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quinta-feira, 11 de junho de 2026

O velho e a crente





Olá amados meu nome é Monique, sou do interior do Maranhão na Cidade de Caxias de aproximadamente 150 000 mil habitantes e fica a 360 km da capital São Luís, peço a quem não leu meu primeiro conto que leia para entender melhor esse que é a continuação, sou casada com um homem maravilhoso, tenho hoje 29 anos e meu marido 52 anos, sou uma bela mulher modesta a parte bem Brasileira com pernas grossas, peitos médios e duros, cabelos lisos e compridos e uma bundona bem grande que me faz ser desejada por todos.

Sou de família evangélica e o que passo a contar agora me aconteceu logo após o Daniel conhecido por Calabresa que era menino de Rua e dormia em frente a Igreja que frequento com meu esposo ter sido contratado para ajudar nas tarefas do Sítio onde moro, ele passou a me desejar o que foi claramente notado por mim, chegando ao ponto de me estuprar e deixar um filho na minha barriga.

Após o estupro passamos algum tempo repensando no que fazer dali pra frente e com ajuda do pastor e alguns irmãos que souberam do caso decidimos levar a gravidez a frente, Daniel fugiu e talvez nem saiba que tem um filho hoje com 3 anos de idade, segundo informações, hoje ele vive nas Ruas de Teresina no Piaui.

Depois do acontecido alguns irmãos passaram a frequentar nossa casa para nos dar força e trazer ajudas no momento de tristeza, entre eles o casal de irmãos da igreja a quem vou chamar Dona Maria e Seu Claudio um senhor branco de estatura baixa e um pouco mal humorado. Eles faziam mil e uma pergunta e seu Claudio ficou muito interessado em saber tudo até se sentir alguma coisa durante o ato sexual, o que foi negado por mim claro, mas parecia que não acreditava e me olhava de forma diferente.

Passei a estranhar quando ele passou a vir algumas vezes sozinho e meu marido nada de perceber ou maldar nada de seu Claudio que vinha com frequência nos visitar, um dia perguntei porque não trazia a Dona Maria e ele sempre tinha uma desculpa, meu esposo o tratava muito bem e me pedia sempre pra trazer um cafezinho ou um copo de suco para agradar a visita.

Em uma dessas visitas meu esposo acabou revelando a dificuldade dele comprar as coisas que estavam faltando para alimentação de algumas criações que temos no Sítio, ele não queria me deixar sozinha e já estava no fim os estoques de rações e precisava ir até a Cidade vizinha de Timon, de imediato seu Claudio se colocou a disposição para ajudar e disse que ficaria com sua esposa, Dona Maria no dia que ele precisasse ir.

Ele me olhou e sorriu e quando meu esposo falou se dava para o dia seguinte um sábado ele falou que sim e na hora marcada estava aqui, as 6hs da manhã seu Claudio apareceu sozinho o que me deixou preocupada e quando perguntei por Dona Maria o mesmo falou que ela ficou fazendo o café para as crianças mas que não demorava estava chegando, achei aquilo muito estranho e nada de meu marido desconfiar de nada e ainda disse que Seu Claudio eu podia confiar que era um pai de família e evangélico.

Dito isso falou que precisava ir e pra eu cuidar de Seu Claudio e quando foi embora, mandou seu Claudio ficar a vontade, foi só meu marido dar as costas e ele sorriu pra mim e disse bem baixo que somente eu escutei; “Pode deixar que ficarei bem a vontade”.

Falei pra seu Claudio sentar que iria preparar um café, e quando voltei o mesmo já estava sem a camisa e reclamou do calor, ele me olhou de cima a baixo e de forma sínica, falou que quando cheguei o calor tinha aumentado. Apenas dei um sorriso amarelo e fazendo não entender tratei de mudar o assunto, Seu Claudio passou a me interrogar novamente sobre os fatos e dessa vez tentando me culpar pelo estupro ele disse;

– Irmã fala a verdade, fui até os amigos do Daniel aquele calabresa e perguntei algumas coisas e os mesmos falaram que a senhora tinha ido saber se eles sabiam onde estava o rapaz e falaram mas, que como perguntou parecia ter gostado de tudo, é verdade irmã?

– (EU) Claro que não irmão o que você quer dizer com isso?!

– (Ele) Você sabe que de maneira nem uma podemos mentir irmã, vamos falar a verdade?

– (EU) Já falei que não e não sei o que quer dizer com isso!

– (ELE) Olha aqui Irmã não adianta, sei que gosta de um negão e que você provocou o rapaz com esses vestidinhos curtos que você usa em casa com desculpas só pra provocar deixando as pernas de fora, outra coisa irmã isso não é decote para se usar mostrando partes dos peitos, só pode ter dado mole pro rapaz.

Fui humilhada por ele que me deu uma lição de moral e só faltou me chamar de vagabunda, Seu Claudio não satisfeito ainda perguntou se o irmão Batista também estava transando comigo, sendo que era muito amigo do meu esposo e também nos visitava muito, disse que não e falei que não era safada e que tinha que me respeitar.

Seu Claudio bravejou e me mandou ir até ele, como não fui ele levantou e veio até mim e disse;

– Olha aqui sua vadia de merda, como ousa em falar assim comigo? Quem merece respeito sou eu e trata logo de se ajoelhar e pedir perdão, agora.

Ele falou com tanta raiva que cuspia e temendo sua ação tratei de obedecer e me ajoelhei em seus pés pedindo perdão, ele me olhou e mandou obedecer caso contrario diria para todos a safada que sou, balancei a cabeça em sinal de positivo e me mandou levantar como era baixo fiquei ali lhe olhando e me mandou sentar para ter controle das coisas, feito o que me pediu e já no controle das coisas se aproximou e passou a mão em meu rosto e nos meus lábios e logo em seguida me lascou um beijo com seu bigode que espetava meus lábios.

Novamente passou um filme em minha cabeça, ali sendo molestada por seu Claudio que já mais imaginava ser capaz de fazer aquilo, Ele passou a massagear meus seios e baixou as alças do meu vestido me deixando com os peitos nua. Seu Claudio então botou aquela boca nojenta e mamou meus peitos e depois me mandou ficar de pé. Tirou todo o vestido me deixando só de calcinha, logo em seguida tirou sua roupa e ficou nu na minha frente, seu pau era até menor que que o do meu marido, parecia uma salsicha só que mas grosso e com a cabeçona.

Ele me falou que há anos não tinha uma mulher do meu jeito na cama e como eu já era vadia mesmo queria uma bela chupada em seu cassete, já totalmente submissa fiquei de joelhos e mamei seu pau que diferente do calabresa não tinha nem uma dificuldade em engolir ele por completo, cabia todo em minha boca. Seu Claudio fodia minha boca e disse que sua esposa era muito careta e nunca tinha feito aquilo, Ele me levantou e disse que queria comer minha buceta, tirou minha calcinha e me pós de quatro no chão com a cabeça e segurando no sofá, ele abriu minhas pernas e me penetrou, ele metia e elogiava meu traseiro dizendo que só não iria comer meu CU porque achava nojento;

– Irmã Monique agora vai ser minha sempre que o irmão viajar vou vim fuder essa buceta gostosa, vai ser minha vadia sempre.

Seu Claudio não aguentou muito e disse;

– Irmã como estais gravida não tem perigo… aaaiiiii vou gozar dentro dessa bucetinha, não tô mas aguentando.

Gemendo muito ele gozou dentro e só tirou quando o pau começou a amolecer dentro de mim, depois tomamos um banho e fui preparar o almoço e já no finalzinho da tarde meu esposo chegou e agradeceu seu Claudio que disse, “Irmão sempre que precisar pode contar comigo”. Assim foi durante toda minha gravidez seu Claudio sempre que meu marido viajava ele transava comigo até falou que o filho também era dele, quando tive filho ainda transou umas duais vezes comigo até me falar que não seria mais sua amante, sua esposa já desconfiava e proibiu ele de vim sem ela, caso contrario contaria pro meu marido. 




segunda-feira, 8 de junho de 2026

Sonho realizado



A história que será descrita a seguir é real, aconteceu comigo recentemente, faz duas semanas. Adotarei nesse conto nomes fictícios para proteger a identidade dos envolvidos. Sou da cidade de Montes Claros – Minas Gerais. Meu nome é Rafael, tenho 30 anos e sou servidor público. Tenho uma linda e gostosa namorada, de 22 aninhos, que irei chamar de Karol. Estamos juntos há pouco mais de 2 anos. Ela é muito bonita e chama a atenção por onde quer que passe. Vou descrevê-la para vocês: Branquinha, de seios firmes, durinhos e de tamanho médio, coxas grossas (resultado dos exercícios físicos pois ela faz academia 5 vezes por semana), bunda redondinha e proeminente, estatura de 1,65 metros, barriguinha lisinha, sem gorduras. A sua boquinha é uma delícia e costuma ser bem convidativa, especialmente quando ela usa batons vermelhos para realçar. É uma boca super macia e quente, capaz de levar qualquer um à loucura. Além do corpo, seu rosto é lindo, com traços suaves, delicado. Seus cabelos atualmente estão loiros. É um rosto angelical.

Bom, vamos aos fatos. Há um bom tempo eu venho querendo ser corno, desde antes do início desse meu namoro com a Karol. De tanto ler contos e assistir vídeos na internet relacionados ao tema, sempre ficando muito excitado, acabei desenvolvendo uma compulsão por levar chifres. No entanto, sempre me faltou coragem para me abrir com a Karol em relação a isso. Mas o desejo dentro de mim foi crescendo cada vez mais, então nesse mês de novembro de 2016, comecei a participar de bate papos com o tema de cornos/traição e acabei fazendo um contato com um rapaz chamado Gabriel, de Belo Horizonte - MG. Gabriel é jovem, informou ter 22 anos, da mesma idade que Karol. Trocamos algumas fotos e eu o achei com boa aparência, o tipo de cara que poderia despertar algum desejo em minha namorada. Quando enviei fotos dela para o Gabriel ele ficou louco. Disse prontamente que queria me ajudar a realizar o meu sonho e que iria adorar foder ela bem gostoso. Então ele me propôs uma coisa: que eu passasse o Skype dela para que ele tentasse uma abordagem por lá, primeiro uma aproximação sutil, dizendo ter adicionado por engano acreditando ser outra pessoa e depois ir evoluindo a conversa. Eu concordei. Então ele me deu umas dicas para que as coisas fluíssem melhor e eu pudesse ganhar meus chifres mais cedo, pois apesar de ser jovem ele relatou já ter experiência e ter feito vários cornos seguindo esse caminho: me instruiu a diminuir o sexo com ela, inventar algo para fugir da cama. Isso a deixaria mais vulnerável. Também me instruiu para que eu a excitasse pelo Skype ao mesmo tempo em que ela estivesse falando com ele. Isso abriria as portas para o Gabriel conquista-la. Eu disse a ele que seria fácil fazer isso, pois pelo menos uma vez por mês eu tenho que ir a Brasília – DF, pois faço um curso por lá. Duas semanas e meia antes de viajar para a capital eu já comecei a me esquivar da minha namorada quando o assunto era transar. Comecei a dizer para ela que estava muito apertado com trabalhos do meu curso e que teria que me dedicar ao longo desse mês senão seria reprovado. Ela ficou meio chateada com isso, pois é bastante fogosa e adora sexo.

Karol aceitou o convite enviado pelo Gabriel no Skype mas as primeiras conversas foram bem tímidas. Ela respondia apenas ao que ele perguntava: coisas básicas como cidade, onde morava, o que fazia etc. Cada vez que eles conversavam no Skype eu ficava atiçando ela pelo WhatsApp, dizendo que ela era gostosa, um tesão, e que adoraria que ela estivesse me mamando bem gostoso naquela hora. Ela respondia que eu a estava torturando e que estava com muita vontade de transar. Pelo menos por 5 dias ao longo da primeira semana Gabriel e Karol conversaram sobre coisas triviais, sem muito avanço. Mas a partir da segunda semana, as coisas começaram a melhorar: Karol começou a tomar iniciativas na conversa. Vou omitir maior parte da conversa entre eles, mas em dado momento, enquanto eu a atiçava pelo WhatsApp, ela me disse que já não aguentava mais e que queria muito foder e que eu estava sendo muito ruim com ela. Enquanto isso, Gabriel, que sempre me enviava os prints das conversas entre os dois, se aproveitou da situação e começou a provoca-la também, até o ponto em que eles começaram a trocar fotos normais e depois fotos sensuais que ela até então só compartilhava comigo. Chegou a semana em que eu teria que viajar para Brasília, onde ficaria uma semana inteira.

Nessa semana foi uma loucura! Gabriel me disse que ela se exibiu na Web Cam para ele, se masturbou enquanto ele exibia o pau. Um detalhe, ele tem um pau grande e grosso, de 22 CM, bem maior que o meu. Então, depois de toda essa evolução Gabriel me diz:

- Já chegou a hora de você virar meu corninho e eu foder essa puta bem gostoso. Ela tá louquinha para me dar. Preciso ir a Montes Claros dar rola pra ela.

- Ótimo, e quando você pode viajar. – Perguntei a ele.

- Vou na sexta-feira da semana que vem. Falei pra Karol que tenho que ir em Montes Claros a serviço. Daí fico todo o final de semana fodendo muito ela. Tá ok assim corno? – Ele já me tratava como o corno capacho que em breve eu iria me tornar.

-Tá ótimo! Até lá eu já estarei em Montes Claros e posso te hospedar na minha casa, pois moro sozinho e Karol sempre me visita e muitas vezes dorme na minha casa. Mas como vamos fazer? Será que ela vai querer te dar mesmo estando eu por lá? – Questionei já morrendo de ansiedade e tesão.

- Vai sim corno! E eu quero que você assista tudo e veja ela cavalgando e gemendo gostoso na minha pica enquanto elogia meu pau e te chama de corno! Você está fazendo muito bem seu papel de corninho e vou te recompensar te botando um bom par de chifres! Olha como essa piranha quer meu pau! – Disse ele enquanto me mostrava uma foto que ela havia enviado pra ele, com os peitos de fora e só de calcinha fio dental.

Depois que eu voltei para Montes Claros, Gabriel me deu mais instruções:

-Meu corno, eu quero que você saia com a Karol pra comprar lingeries e uma calcinha minúscula menor que aquela da foto. Hoje à noite você vai dizer para Karol que não pode vê-la. Quero que você entre no Skype às 11 da noite. Eu tenho uma surpresinha para você. – Gabriel me diz isso em uma quarta-feira, quase no dia previsto para a sua chegada.

Então, às 23 horas eu entro no Skype. Pouco tempo depois eu sou adicionado em uma conversa com com o Gabriel e Karol.

- Rafa, eu te adicionei aqui por que não quero que você perca o show! – Disse Gabriel.

- Que show? – Eu perguntei.

- O Gabriel me contou sobre o seu desejo amor. Então você quer mesmo ser corninho? – Perguntou Karol.

Eu fiquei em silêncio, meio envergonhado, mas confesso que muito excitado. Então Gabriel disse:

- Vai corninho, responde logo! Diz pra Karolzinha o que você quer de verdade diz! Mas diz tudo o que você quer que ela faça comigo vai, que se você disser tudinho você ganha o seu prêmio. Fala em detalhes como você vai querer seu chifre.

Aquilo foi como uma explosão dentro de mim, um misto de ciúmes e muito, muito tesão me invadiu. Eu não me contive, a vontade de ser corno prevaleceu e então, com muito tesão quase gozando, acabei dizendo:

-Eu quero que ela tire sua roupa, segure no seu pau, toque uma punheta bem gostosa, fique ajoelhada e mame na sua rola enquanto eu olho tudo! Depois quero que você deite em minha cama e que ela suba no seu pau e cavalgue bem gostoso!

Isso meu corninho! Que delícia! Tá vendo Karolzinha, eu disse que ele quer me ver fodendo você bem gostoso! Você é muita mulher para ele! Merece um pau de verdade. Esse pau! – Depois de dizer isso ele manda uma foto da rola dele super dura. Abaixo da foto, ele colocou uma legenda com os dizeres: “para Karol, minha putinha!”.

- Se é isso que você quer amor, vou fazer a sua vontade. – Respondeu Karol.

- Mostra pra ele minha gostosa, igual a gente combinou, de que jeito você vai receber esse pau. Mostra pra esse corno como você vai estar me esperando quando eu for te comer gostoso! – Ordenou Gabriel.

Depois disso, Karol liga a Web Cam e para a minha surpresa ela está usando a calcinha minúscula que eu comprei pra ela. Ela dá uma gostosa rebolada e vira a bunda para a câmera, descendo até o chão e quicando, como se estivesse cavalgando em um pau. Em seguida ela se vira para a câmera, com os braços tapando os seios e diz para mim:

- Leia amor, essa é a minha homenagem para você por ter me deixado sem rola todo esse tempo. – Ela se senta na cadeira em frente ao computador e descobre os seios, então eu quase morro de tesão quando eu leio escrito de pincel na altura dos seios a seguinte frase: “PUTA DO GABRIEL”.

Isso me levou a loucura e depois disso Gabriel colocou ainda mais lenha na fogueira da minha ansiedade:

- Se prepara corno, que na sexta eu estou chegando pra te dar seu prêmio. Leve a Karol com você para me recepcionar na rodoviária. Quero ela com um shortinho bem curto e com uma blusinha curta sem sutiã que é para eu ir chupando essas tetas gostosas até a sua casa. Compre também umas bebidas: cerveja, whisky, energético... compre carne para churrasco. Quero ser bem servido quando estiver aí.

-Sim senhor. – Respondi a Gabriel, já totalmente entregue e submisso.

E assim fiquei aguardando ansiosamente a sexta-feira chegar como quem aguarda um grande evento. Mal consegui dormir na véspera. Combinei com Karol que ela iria comigo buscar o Gabriel e pedi a ela que se arrumasse em minha casa. Faltavam 20 minutos para o horário previsto de chegada do ônibus quando ela sai do quarto. Era impossível um homem vê-la e não ter vontade de foder. Ela estava com um shortinho jeans minúsculo que realçava a sua bunda grande e marcava bem o meio da bunda. Estava vestindo uma blusinha branca, com a barriguinha branquinha e as costas de fora. Se reparesse bem, dava para ver o biquinho do peito pois ela não estava usando sutiã. Nos pés ela colocou um salto preto e na sua boquinha um batom vermelho bem forte. Estava uma verdadeira putinha, pronta para recepcionar seu novo macho. Ao chegarmos na rodoviária esperamos pouco mais de 5 minutos até que o ônibus chegasse. Ela não quis ficar esperando fora do carro pois dizia estar muito indecente para se expor. Quando ele finalmente chegou eu fui até ele cumprimentar e ele me disse:

- Então meu corninho, cadê minha putinha?

- Está no carro. Disse que não ia sair por que tá muito indecente. – Respondi.

- Melhor ainda! Vai chamar ela para o macho vai. Ninguém vai perceber como ela está aqui nesse lugar mais escuro. – Disse isso enquanto se afastou para um local menos iluminado.

Eu fui até o carro e mesmo com um pouco de relutância a convenci a ir receber o Gabriel. Eu a guiei até onde ele estava. Quando ele a viu exclamou:

- UAU! Muito prazer Karolzinha! Bom ver você pessoalmente.

Os dois deram um longo e apertado abraço. As mãos dele passeavam pelas suas costas bem perto da sua bunda. Então ele me disse:

- Rafa, leve minha bolsa para o carro que eu já estou indo.

Eu obedeci e coloquei a bolsa no porta-malas. Quando eu voltei os dois estavam se beijando. Uma das mãos dele já passeava pela bunda dela e eu já podia ouvir uns gemidos de tesão que ela dava. Ficaram assim por uns 5 minutos até que nos dirigimos ao carro. Os dois vieram de mãos dadas.

- Você dirige corno. Eu vou aqui atrás com a Karolzinha. – Ordenou Gabriel.

Enquanto eu dirigia para casa, ajustei o retrovisor para ver os dois se beijando. Ela gemia de tesão pois já estava sem transar havia um tempo. As mãos dela já acariciavam o pau dele por cima da calça. Vendo que ela estava toda entregue ele diz:

- Vai minha gostosa, levanta essa blusinha que eu quero ver esse peito gostoso.

Ela levanta e exibe para ele os peitos durinhos, com os bicos duros de tesão apontando para ele.

- Passa o dedo na boca e esfrega neles vai. – Ordena Gabriel.

Ela obedece molhando o dedo e passando no bico dos seios em movimentos circulares. Sem suportar ela suplica a ele:

- Vem, chupa meus peitos vai! Chupa, não tô aguentando de tesão!

Ele então cai de boca em seus maravilhosos seios. Ela olha pra mim pelo retrovisor e sorri safadamente, em um misto de felicidade e tesão.

Finalmente chegamos em casa. Assim que entramos e eu fechei a porta, Karol acabou de perder o controle. Tirou a blusa e me ordenou:

- Vem corno, tira meu short!

Eu obedeci e tirei, deixando ela com um minúsculo fio dental branco que já estava transparente, molhado de tanto tesão. Depois ela me deu outra ordem:

- Agora senta no sofá e fica quietinho corno que nesse fim de semana eu só vou dar para esse macho!

Eu me sentei para apreciar a bela cena. Vi quando ela tirou a calça do Gabriel e se abaixou ficando ajoelhada. Ele estava de cueca branca, da mesma cor da calcinha dela e dava pra ver como era enorme aquele pau que quase rasgava a cueca. Ela ficou beijando o pau por cima da cueca. Beijava e olhava para ele. Então, ele não aguentando mais de tesão pediu pra ela tirar logo a sua cueca. Ela atendeu o pedido e saltou diante do rosto dela uma pica enorme! Ela com certeza nunca tinha fodido com uma rola daquelas. Ela grande, grossa, com uma cabeça avermelhada e enorme. Um pau bem cabeçudo. Ela olhou para ele e disse:

- Nossa! Muito mais bonito pessoalmente! Vamos ver se é mais gostoso pessoalmente também.

Nisso ela começou a chupar lentamente o pau do seu macho. Passeava com a língua pela cabeça, depois pelas bolas, percorrendo cada pedaço. Ela ficou uns 10 minutos namorando, beijando e mamando naquela rola. De vez em quando ela parava de mamar e falava enquanto punhetava o pau dele:

- Que pau gostoso! Que delícia! Tá vendo corninho o que é um pau de verdade?

Depois de mamar muito ela se levantou e o chamou segurando pelo pau:

- Vamos meu macho! Vamos para o quarto do corninho!

Ao chegar no quarto ela o empurrou sobre a cama e continuou chupando. Dessa vez ela tentava engolir freneticamente o pau do macho. Como aquele cacete era enorme ela engasgava e lágrimas escorriam no canto dos seus olhos. O macho então me ordenou:

- Meu corno, segure os cabelos da minha puta pra ela me mamar direito.

Que cena deliciosa eu vendo ali de pertinho minha linda namorada chupando o pau de outro cara de um jeito que ela nunca teve o costume de me chupar. Houve um momento em que ela parou de chupar, ficou punhetando o macho e me deu um beijo de língua. Pude sentir o gosto estranho do pau do macho na boca dela. Depois de mamar muito o macho safado disse:

- Corninho, agora é hora de foder bem gostoso sua namoradinha. Pegue uma camisinha e coloque no meu pau para eu meter gostoso na bucetinha dela.

Karol, vendo que eu estava relutante pois nunca tinha segurado outro pau que não fosse o meu me disse:

- Vai amor, tô adorando tudo isso, isso vai me deixar com tesão, obedece o macho vai.

Então eu resolvi obedecer. Já tinha chegado até ali e estava morrendo de tesão também. Abri a gaveta, peguei uma camisinha e coloquei no pau dele. A sensação de pegar em outro pau era estranha. Era duro como uma rocha, pulsava e estava bem quente. Depois que coloquei a camisinha, recebi outra ordem do macho da Karol:

- Agora segura firme essa rola enquanto minha putinha senta nela bem gostoso.

Segurei e vi quando ela sentou no pau do Gabriel com aquela bucetinha lisinha, toda depilada, rosinha, linda. Ela foi sentando devagar apreciando cada CM até que engoliu todo o pau com a buceta! Nossa! Que cena perfeita! Ela delirava e gemia de tesão. Começou um vaivém delicioso cavalgando e falando:

- Come sua puta, safado vagabundo! Fode essa vadia! Ensina para o corno como se faz!

- Corno busque uma cerveja para mim que estou com sede. – Ordenou Gabriel.

Eu fui rapidamente a cozinha para não perder nenhuma cena. Quando voltei, coloquei a cerveja no copo e ele se levantou segurando ela pelas costas e disse para mim:

- Coloque o copo na minha boca corno que eu não posso parar de foder essa vadia.

Então eu mais uma vez obedeci e dei cerveja para ele. Aproveitei e dei um pouco também na boca da karol. Depois de foder muito ela nessa posição ele disse:

- Fica de 4 minha puta.

Ficou bombando gostoso na buceta dela enquanto puxava seus cabelos e ficava dando tapas na sua bunda e perguntando:

- Tá gostoso minha vadia? Gosta de rola grande vagabunda? Seu corno não dá conta de você né?

- Adoro esse seu pauzão. Esse corno filho da puta não sabe me foder direito! – Respondeu enquanto gemia naquela vara.

Depois de muito foder ele diz:

- Agora eu quero esse cuzinho. Corno, pegue o lubrificante e lubrifique o cuzinho dela pra mim. Esse cuzinho agora é meu! Só eu vou foder ele!

Eu atendi e lubrifiquei bem a entrada do cuzinho dela. Depois abri bem a bunda dela para facilitar a foda do macho. Quando ele introduziu aquela cabeçona daquele pau enorme em seu cuzinho, ela deu um grito em uma mistura de dor e tesão. Então ele foi metendo bem devagar para o cuzinho dela ir acostumando. Quando o pau já estava quase todo dentro do rabo dela, ele pediu para ela rebolar gostoso na vara. Enquanto ela ia rebolando, já mais familiarizada com aquela tora em seu rabo que antes só tinha experimentado meu pau que é bem menor, ele disse:

- Corno: Segura bem a minha putinha que agora eu vou foder ela com força!

E nisso começou a bombar freneticamente. Karol cravou as unhas em mim com tanta força que chegou sangrar! Seu cuzinho já pertencia àquele pau. Aquele que estava fodendo ela, era o seu macho. Eu tinha me reduzido a um corno capacho e ajudante. Ela gemia e gritava:

- Vai filho da puta arregaça esse cu! Puta que pariu! Que pau gostoso! Cachorro! Come sua vadia!

Depois de foder muito ele anunciou um presente que ela adorava e sempre pedia para mim:

-Vem minha putinha, ajoelha no chão para ganhar leitinho nessa boca gostosa. Corno, ajoelha do lado dela que eu quero que você veja tudo de pertinho.

- Me dá leitinho vai meu macho safado, enche minha boquinha de porra. – Dizia ela agora com voz manhosa enquanto colocava a língua para fora esperando a porra do macho quente e farta.

- Toma meu leite safada filha da puta! – Disse ele enquanto gemia freneticamente e jorrava porra na boca dela em uma quantidade que eu nunca tinha visto nem em filme pornô. O rosto dela ficou todo melado, até os cabelos. – Agora dá um beijo de língua bem demorado nela corno. – Obedeci mais uma vez e senti um gosto salgado do macho enquanto dava um gostoso e demorado beijo na putinha que minha namorada tinha se transformado. Ela ficava alternando entre mamar a rola do macho, terminando de limpa-la, e me beijar. Depois de um tempo dessa forma, o nosso macho disse:

- Corno, me traga uma caneta!

Eu obedeci mesmo sem saber o que ele faria com isso. Então ele disse:

- Minha putinha, escreva na testa desse corno: “Sou corno do Gabriel”.

Depois disso eles foram tomar banho me pediram para que eu preparasse algo para eles comerem depois que saíssem do banheiro.

Foi um final de semana muito gostoso. Esse relato só foi o começo dessa aventura deliciosa que eu contarei aqui depois. Abraços a todos!



Sou mulher e hoje amo mulheres

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