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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Eu punhetava ele de acordo como ele me mamava. Tenho 3 homens.



Me chamo Letícia, tenho 26 anos, pele muito clara, peso 64 kilos, casada.

Bom, tudo começou logo q me casei. Sempre tive uma tara no meus peitos. E meu marido também tem adoração e tesão por peitos.

Ele ama mamar em meus peitos e eu sinto muito prazer qdo ele mama.

Todos os dias qdo ele chega do trabalho, primeira coisa q faz é tirar minha blusa e mamar até desestressar. Eu sempre já estou sem calcinha. Ele me coloca sentada de frente em seu colo e logo quer começar a mamar com tanta vontade que me deixa completamente excitada e com minha bucetinha bem molhada pronta para receber o pagamento depois da Mamada.

Assim meu marido ficou viciado em mamar e eu viciada em dar de mamar.

Um dia ele foi trabalhar e teve uma reunião muito estressante com o dono da empresa e os outros gerentes. Ele é gerente da filial. Após a reunião ele me ligou e pediu para eu ir no escritório dele pq ele não estava bem.

Já imaginando do que se tratava, Tomei um banho bem gostoso, me perfumei como de costume, botei uma roupa elegante, confortável e sensual.

Qdo cheguei no escritório ele foi logo me pegando pela mão e me levou para a sala dele. Senti q ele estava tenso e precisava mamar para ficar tranquilo. Nessa época eu já estava produzindo leite, de tanto q ele mamava em mim diariamente eu passei a produzir leite e isso me deixou muito mais sensível.

Nesse, dia como ele estava muito ansioso, esqueceu de fechar a porta com chave. Ele sentou em sua poltrona de costa para a porta e eu sentei no colo de dele, assim além de mamar confortavelmente eu também dava uma rebolada bem gostosa no seu cacete que já estava bem duro.

Qdo eu olhei para porta vi que o dono da empresa estava nos olhando, com os olhos bem arregalado e quase babando, então vi q ele estava gostando da cena. Enquanto meu marido mamava em um peito eu deixei o outro bem amostra para aquele homem ver.

Meus peitos são médios com os bicos rosados e grandes(veja foto em anexo). E a proporção q meu marido mamava em um, o outro jorrava leite. Isso deixou seu patrão completamente desnorteado, eu rebolava no colo dele, e gozei como nunca. Eu sorria para ele disfarçadamente sem meu marido perceber q ele nos observava. Depois de meu marido se fartar bem. Ele terminou eu saí do colo dele, me abaixei e dei uma chupada maravilhosa em seu cacete q eu tanto amo. Ele gozou muito eu engoli todo o leitinho dele. Me ajeitei para ir embora.

Qdo estava saindo do prédio o segurança me chamou e disse e alguém precisava falar comigo. Subi de volta com o segurança até a cobertura do edifício. Qdo entrei na sala vi aquele homem sentado em uma grande mesa, com um sorriso sedutor. Ele foi logo me colocando sentada e me dizendo q viu toda a cena na sala do meu marido. E gostaria q eu desse mamar para ele também pq ele sempre quiz mas a esposa dele não curte.

Eu me neguei e disse q amava meu marido, ele carinhosamente e já bem próximo de mim foi dizendo q não precisaria me preocupar pois ele só queria apenas mamar como meu marido fazia. Diante a insistência e sedução dele eu não resisti e disse que sim. Então marcarmos para o dia seguinte a tarde, ele mandaria me pegar em em casa par eu ir ao escritório dele.

No dia seguinte como o combinado fiquei pronta aguardando o carro chegar.

Na hora marcada o motorista chegou, um senhor de meia idade, cabelos levemente grisalhos e com o corpo bem marcado em seu terno elegantemente vestido, muito educado e um sorriso de quem já sabia do q estava para acontecer. Em um carro de luxo eu entrei em silêncio, porém ansiosa para saber como seria amamentar o dono da empresa que meu marido trabalha.

Assim q chegamos o motorista me levou por um elevador privado até a sala do seu chefe. Ao entrar já notei q havia um poltrona tipo namoradeira no canto da sala sem contrastar com a rica decoração, ele foi logo me pedindo para sentar ali.

Aquele homem, lindo, cheiroso e rico, me olhava com tanta fome que eu fiquei logo toda molhadinha de tanto tesão...

Ele tirou o paletó, afrouxou sua gravata e sem falar uma palavra ele foi abrindo vagarosamente meu vestido, meu coração parecia q ia sair pela boca, minha bucetinha latejava e já estava em ponto de bala. Meus peitos doíam e estavam cheios de leite, pronto para amamentar um batalhão se fosse preciso.

Enquanto abria meu vestido ele beijava e cheirava meu pescoço descendo até o colo. Abriu meu sutiã com maestria. Acariciou meus peitos, apertou meus mamilos com as mãos e beijou. Ele olhou para o fundo dos meus olhos e abocanhou o seio esquerdo. Minha buceta piscava sem parar, toda molhada. Ele sugava forte, sedento, eu sentia meu leite descendo como cachoeira. Eu passava as mãos entre seus cabelos sedosos e puxava sua cabeça contra meus peitos, enquanto gemia baixinho. Porém, sabia q seria só mamada pq ele era fiel a sua esposa.

E assim ele ficou entre um peito e outro por uma hora.

Gozei gostoso com o chefe do meu marido mamando. Foi a uma das melhores gozada que tive na vida.

Meus seios estavam doloridos e vermelhos. Ele falou q ia mamar até acabar com leite para não sobrar nada para meu marido.

Rimos juntos e assim acabou a sessão do dia com ele me dizendo que queria q eu viesse no dia seguinte.

Fui para casa tomei um banho bem gostoso e apesar dos peitos doloridos por ter sido sugados até a última gota. Já estava pronta para amamentar meu marido q já estava para chegar. Naquela noite meu marido chegou mais ansioso ainda e logo fui acariciando ele coloquei meu mamilo em sua boca e ele começou a mamar como um bebê. Ele logo perguntou pq meus bicos estavam muito dilatados e rosados grandes e abocanhou o mamilo, que cabia direitinho em sua boca e sugou com mais vontade do que o normal. Após essa primeira mamada fomos para cama e eu já estava completamente molhada e corroída pelo tesão falei com ele e logo ele caiu de boca na minha buceta rosada e mamou o meu grelinho, coisa q ele sabia fazer com perfeição. Nesse dia gozei umas 3 vezes ele ainda me enfiou o cacete duro até gozar qdo acabou ele desmaiou de tão cansado q estava. Rsrsrsrs

Dormimos a noite toda. Ele acordou em cima da hora para trabalhar pq seu patrão pediu para ele chegar mais cedo. Então ele tomou seu leitinho quentinho por 20 minutos e saiu correndo só para trabalhar e eu voltei a dormir sonhando com hora de voltar ao escritório.

Mais tarde recebi uma ligação do patrão do meu marido dizendo q o motorista iria me pegar as 14 hs. Na hora marcada eu já estava pronta e gostosa para a segunda sessão.

Jarbas, o motorista chegou abriu a porta do carro eu entrei e seguimos em silêncio.

Chegamos no prédio, segui até o escritório, entrei e lá estava o patrão de meu marido com olhar de bebê com fome. Sentei na poltrona e ele falou: hoje eu tenho um presente para vc, e foi logo abrindo uma caixinha de veludo q tinha uma linda jóia. Ele tirou a minha blusa com todo e carinho beijou meus peitos e mordeu levemente, colocou a jóia em meu pescoço e falou q aquilo era uma jóia de compromisso e ao aceitar eu me comprometia a amamentá-lo todos os dias.

Eu aceitei prontamente, pois já estava completamente encantada por ele.

Ele então, mamou com vontade enquanto eu acariciava seus cabelos. Mais uma vez ele Tirou todo meu leite, era tanto que escorria pelos cantos de sua boca carnuda.

Era muito tesão olhar o movimento de suas bochechas enquanto ele mamava com tanta vontade.

A partir desse dia eu passei a amamentá-lo quase todos dias. Ele me dava muitos presentes caros e quando completamos 3 meses juntos ele me deu um carro de presente e junto eu pedi q o motorista Jarbas continuasse dirigindo, pq além de eu não ter carteira, ele é de total confiança. Meu marido nem desconfiava pq ele sempre dava alguma missão importante ao meu marido na hora em q estávamos juntos, além disso ele deu ao meu marido o cargo de gerente geral de todas filiais e o deixava sempre muito ocupado.

Mas, um dia eu fui encontrá-lo na hora de costume e por algum motivo ele teve q desmarcar, eu está a caminho com o Jarbas dirigindo. Pedi então ao Jarbas para parar o carro e eu fui colocar um tampão dentro do sutiã pq a essa altura meus peitos estavam doendo de tão cheios. Eu gemi de dor e Jarbas se virou para trás e falou q se eu permitisse ele iria me aliviar. Ele estacionou o carro em um lugar seguro, passou para o banco de trás rapidamente, pediu licença e abriu a minha blusa e caiu de boca, mamou quase meia hora e um peito, passou para o outro lado e mamou mais meia hora

Enquanto mamava um peito ele com seus dedos longos apertava o bico do outro peito como se faz quando se amamenta um bebê.

Só que Jarbas não tinha dó ele mamava hora com volúpia e depois ia devagar e às vezes mordia levemente, isso estava me deixando louca.

Eu apertava sua cabeça no meu peito e eu gemia incontrolavelmente. Ele também não resistiu e colocou seu cacete para fora puxou a minha mão e eu comecei a punhetar ele.

A cacete dele era muito gostoso, grosso, muito duro e pouquinho maior do q a média.

Enquanto isso eu punhetava ele de acordo como ele me mamava, hora com força, hora devagar e eu me contorcia de tanto tesão.

Não consegui aguentar e gozei feito uma vaca ele me olhou gozar e sentou e puxou minha cabeça para seu cacete e enfiou todo na minha boca e disse q agora seria a minha vez de mamar.

Não satisfeito ele tirou o cacete da minha boca, me colocou de costa no seu colo, passou um creminho q já estava do lado e de um vez só enterrou seu cacete duro no cu, eu gritei mas ele me segurou com força e eu comecei a quicar no seu colo. 

Foi muito bom e eu gozei mais ainda. Eu estava exausta. A partir daí comecei a amamentar meu terceiro marmanjo e o mais levado de todos pq além de mamar me comia em qualquer lugar, era só parar o carro e ele já pulava para o banco de trás, abaixava as calças e eu sentava em cima daquela rola maravilhosa e ele mamava e me comia sem dó nem piedade e só paramos qdo já era hora de meu marido chegar em casa. E foi assim eu tive que amamentar nos três turnos: pela manhã, meu marido antes de sair para trabalhar, a tarde o chefe do meu marido e no caminho de volta era a vez do Jarbas que me sugava, me fodia e eu adorava.

Ainda hoje após 3 anos vivo com meus três homens.

Tenho muito leite para os três e não abro mão de nenhum deles.

Algumas vezes nos encontramos todos juntos, meu marido não sabe que amamento mais dois. O chefe do meu marido pensa q só ele e meu marido mamam as minhas tetinhas q eles amam e o Jarbas q sabe dos dois é o que mais me faz gozar. E me alimenta com seu leitinho quentinho também.

Se gostaram da minha história, curtam comentem...



domingo, 7 de junho de 2026

Aluguei eu marido para uma freira



É sabido que existem amizades que adoram invejar o que a outra tem. Isso já me incomodou no passado, mas hoje tiro proveito e confesso que tenho unido o útil ao agradável; o sucesso tem sido surpreendente.


​Moro com o Paulo, um moreno todo tatuado, sarado e safado, adepto do uso de anabolizantes. Aos 32 anos, meu homem tornou-se uma estrutura humana exuberante — em outras palavras, está muito gostoso. Levaria dias escrevendo sobre ele, mas vou poupar você de toda essa "belezura" e me ater somente a este relato maravilhoso.


​Em todas as "resenhas" a que vamos, no início, era um estresse. Depois, passei a ignorar. Lembro-me de um amigo gay que ofereceu uma grana (óbvio que o Paulo não sabe) para passar um dia com meu marido. Na época, tola como era, briguei com ele e tivemos um embate ferrenho. Mas foi graças a essa proposta que resolvi "virar a chave". Passei a exibir meu marido nas redes sociais; cheguei a postar até foto dele pelado, com uma figurinha tampando a genitália. Ostento meu homem, e o fruto desse trabalho não demorou a surgir. As amigas começaram a comentar e indagavam se eu não tinha ciúmes. As respostas eram sempre as mesmas: "Se tiver que acontecer algo, será debaixo do meu nariz. Em contrapartida, meu marido é lindo, não concordam?"


Fazia a pergunta justamente para induzir os comentários e, assim, promover quem sabe a ideia de um sexo a três ou troca de casal. Queria tirar proveito financeiro, claro que sem o Paulo jamais saber. Ele até ficou perplexo com as postagens, mas o convenci de que o acho muito gato e que o amo, por isso postava.


​O que mais ouvia das amigas era que elas jamais teriam coragem de fazer o que eu estava fazendo! A "promoção" do esposo. Houve uma que disse parecer um leilão; para essa, respondi que ele não tinha preço, "mas quem sabe?".


​A Suzaneuma moça freira sacou a ideia e, em uma resenha só com mulheres, perguntou se eu teria coragem de deixar o maridão sair com alguém e receber por isso — a mesma proposta que eu tinha recebido no passado e recusado com briga.


​— Com certeza — foi minha resposta mais incisiva. E continuei perguntando se ela tinha interesse.


​Algumas amigas ao redor riam; outras disseram que gostaram da ideia e que era uma pena não terem a oportunidade de fazer o mesmo, já que seus companheiros não se cuidavam como o meu. Ouvi tudo, absorvi e deixei a proposta no ar com uma simples frase:


— Pagando bem, que mal tem? Além do mais, todo homem gosta de presente, principalmente quando vêm das amigas da esposa.


​Em casa, o que plantei germinou através de uma mensagem da Suzane perguntando quanto seria a hora com meu marido. Respondi a ela como a gente: passei o valor e as condições do encontro, que teria a minha participação. Suzane aceitou imediatamente e fez o Pix, com um valor a mais para o motel.


​Recebi a grana e tinha que elaborar a segunda parte: convencer meu esposo a sair com minha amiga — uma gata morena, com  seios médios e dona de uma bela bunda, que queria fugir do padrão em busca de diversão.


​Depois de uma semana, na data combinada, disse ao maridão em uma conversa (após deixá-lo fazer o que mais gosta, que é me comer de quatro na cadeira da cozinha) que queria trazer uma amiga para o nosso sexo. Falei que tinha tesão na Suzane e na ideia de ver os dois juntos. Meu esposo chegou a gaguejar e perguntou se eu tinha certeza. Confirmei que sim. Ele indagou sobre o esposo dela, se seria troca de casais, e respondi que não. Disse que tudo só rolaria se ele topasse; caso não quisesse, eu entenderia perfeitamente. Como é cafajeste, aceitou de imediato. Me comeu de novo — coitado do meu cuzinho, sofreu muito para que minha empreitada desse certo. Meu rabo foi uma espécie de "capital inicial". O importante é que, mesmo destruída, conquistei o "sim" do Paulo.


​Mudando de assunto: por que os homens gostam de comer o cu da mulherada com força e sem pena? Fui obrigada a gostar, porque é sempre assim que conquisto o que quero com o Paulo, mas entendo que há mulheres que gostam naturalmente.


​As coisas estavam se encaixando como eu esperava. Marquei com a Su e fui buscá-la em casa à tarde, horário em que o marido dela estava no trabalho. Ela veio até o carro num vestido florido; a safada estava linda. Como o modelo era tomara que caia, estava sem sutiã, o que dava ênfase aos seus lindos seios. Muito perfumada, entrou no banco de trás, onde o Paulo já a esperava só de cueca branca.


​Eu fui conduzindo o carro. Suzane nos cumprimentou e nem se fez de rogada: começou a beijar meu marido de forma caliente e a alisar o pau dele. O volume mostrava o quanto ele gostou do carinho. Ela colocou o pau, já teso, para fora e caiu de boca, mamando a rola do meu esposo. Eu assistia a tudo de camarote pelo retrovisor interno. Como era a primeira vez, fiquei em um misto de tesão e um pouco de ciúmes. Obviamente não demonstrei, mas ficava analisando as reações do Paulo. Ele nunca é carinhoso: empurrava a cabeça dela contra a piroca e chegou a dizer para mim que ela era uma boqueteira maravilhosa. A puta me parabenizou, dizendo que a rola do meu homem era saborosa e que iria tomar o leite todo, que não sobraria nada para mim. Eu ouvia, respondia que ela deveria aproveitar e seguia conduzindo o carro, atenta a tudo, principalmente ao Paulo.


​Na suíte, coube a mim a tarefa de chupar a bucetinha dela enquanto a assistia chupar meu marido. Ele perguntava se eu estava gostando de ver o boquete da amiga e eu concordava, enquanto explorava a buceta e o rabo dela — que, por sinal, estava depilado, com um creme muito cheiroso. Na pausa, até trocamos informações sobre o creme.


​Ficamos nos chupando na cama. Paulo assistia enquanto bebia uma garrafa de espumante no gargalo, após abri-la espirrando sobre nós, fazendo a tradicional "chuva de espumante". Chupei meu marido e assumi a garrafa de brut, deixando os dois "pombinhos" se pegarem na cama — afinal, ela pagou por isso.


​Suzane cavalgava como uma amazona. Paulo representou lindamente, domando-a e comendo-a de quatro, enquanto ela dizia que meu macho era gostoso. Ouvir suas palavras era excitante. Perguntei se valeu a pena o convite (usei o termo "convite" porque o Paulo não sabia da grana) e as respostas foram todas positivas.


​Passados sessenta minutos, ela ainda ficou mais trinta. A galinha até filmou a si mesma chupando meu homem no chuveiro; sem aparecer o rosto dele, só o dela agachada engolindo o pau. Por sinal, sabe fazer uma "garganta profunda" como atriz de vídeo pornô — de santa a Suzane só tem a cara.


​Só sei que, das seis amigas que sabem do meu novo negócio, quatro já saíram com o Paulo pagando. Estou lucrando e alegrando nosso relacionamento, já que o Paulo amou a ideia de eu trazer as amigas. Elas saem satisfeitas e já estou recebendo propostas das "amigas das amigas". O negócio está evoluindo.


​Em contrapartida, participo de tudo, adoro chupar buceta e ainda tenho meu macho em casa me fodendo gostoso, sem me deixar na mão. Estou pensando em produzir conteúdo adulto com ele; a ideia ainda é embrionária. Vivo do meu trabalho, mas esta segunda renda é lucrativa e prazerosa.






​Quando erámos casados

É sabido que existem amizades que adoram invejar o que a outra tem. Isso já me incomodou no passado, mas hoje tiro proveito e confesso que tenho unido o útil ao agradável; o sucesso tem sido surpreendente.


​Moro com o Paulo, um moreno todo tatuado, sarado e safado, adepto do uso de anabolizantes. Aos 32 anos, meu homem tornou-se uma estrutura humana exuberante — em outras palavras, está muito gostoso. Levaria dias escrevendo sobre ele, mas vou poupar você de toda essa "belezura" e me ater somente a este relato maravilhoso.


​Em todas as "resenhas" a que vamos, no início, era um estresse. Depois, passei a ignorar. Lembro-me de um amigo gay que ofereceu uma grana (óbvio que o Paulo não sabe) para passar um dia com meu marido. Na época, tola como era, briguei com ele e tivemos um embate ferrenho. Mas foi graças a essa proposta que resolvi "virar a chave". Passei a exibir meu marido nas redes sociais; cheguei a postar até foto dele pelado, com uma figurinha tampando a genitália. Ostento meu homem, e o fruto desse trabalho não demorou a surgir. As amigas começaram a comentar e indagavam se eu não tinha ciúmes. As respostas eram sempre as mesmas: "Se tiver que acontecer algo, será debaixo do meu nariz. Em contrapartida, meu marido é lindo, não concordam?"


Fazia a pergunta justamente para induzir os comentários e, assim, promover quem sabe a ideia de um sexo a três ou troca de casal. Queria tirar proveito financeiro, claro que sem o Paulo jamais saber. Ele até ficou perplexo com as postagens, mas o convenci de que o acho muito gato e que o amo, por isso postava.


​O que mais ouvia das amigas era que elas jamais teriam coragem de fazer o que eu estava fazendo! A "promoção" do esposo. Houve uma que disse parecer um leilão; para essa, respondi que ele não tinha preço, "mas quem sabe?".


​A Suzane sacou a ideia e, em uma resenha só com mulheres, perguntou se eu teria coragem de deixar o maridão sair com alguém e receber por isso — a mesma proposta que eu tinha recebido no passado e recusado com briga.


​— Com certeza — foi minha resposta mais incisiva. E continuei perguntando se ela tinha interesse.


​Algumas amigas ao redor riam; outras disseram que gostaram da ideia e que era uma pena não terem a oportunidade de fazer o mesmo, já que seus companheiros não se cuidavam como o meu. Ouvi tudo, absorvi e deixei a proposta no ar com uma simples frase:


— Pagando bem, que mal tem? Além do mais, todo homem gosta de presente, principalmente quando vêm das amigas da esposa.


​Em casa, o que plantei germinou através de uma mensagem da Suzane perguntando quanto seria a hora com meu marido. Respondi a ela como agente: passei o valor e as condições do encontro, que teria a minha participação. Suzane aceitou imediatamente e fez o Pix, com um valor a mais para o motel.


​Recebi a grana e tinha que elaborar a segunda parte: convencer meu esposo a sair com minha amiga — uma gata morena, casada, de seios médios e dona de uma bela bunda, que queria fugir do padrão em busca de diversão.


​Depois de uma semana, na data combinada, disse ao maridão em uma conversa (após deixá-lo fazer o que mais gosta, que é me comer de quatro na cadeira da cozinha) que queria trazer uma amiga para o nosso sexo. Falei que tinha tesão na Suzane e na ideia de ver os dois juntos. Meu esposo chegou a gaguejar e perguntou se eu tinha certeza. Confirmei que sim. Ele indagou sobre o esposo dela, se seria troca de casais, e respondi que não. Disse que tudo só rolaria se ele topasse; caso não quisesse, eu entenderia perfeitamente. Como é cafajeste, aceitou de imediato. Me comeu de novo — coitado do meu cuzinho, sofreu muito para que minha empreitada desse certo. Meu rabo foi uma espécie de "capital inicial". O importante é que, mesmo destruída, conquistei o "sim" do Paulo.


​Mudando de assunto: por que os homens gostam de comer o cu da mulherada com força e sem pena? Fui obrigada a gostar, porque é sempre assim que conquisto o que quero com o Paulo, mas entendo que há mulheres que gostam naturalmente.


​As coisas estavam se encaixando como eu esperava. Marquei com a Su e fui buscá-la em casa à tarde, horário em que o marido dela estava no trabalho. Ela veio até o carro num vestido florido; a safada estava linda. Como o modelo era tomara que caia, estava sem sutiã, o que dava ênfase aos seus lindos seios. Muito perfumada, entrou no banco de trás, onde o Paulo já a esperava só de cueca branca.


​Eu fui conduzindo o carro. Suzane nos cumprimentou e nem se fez de rogada: começou a beijar meu marido de forma caliente e a alisar o pau dele. O volume mostrava o quanto ele gostou do carinho. Ela colocou o pau, já teso, para fora e caiu de boca, mamando a rola do meu esposo. Eu assistia a tudo de camarote pelo retrovisor interno. Como era a primeira vez, fiquei em um misto de tesão e um pouco de ciúmes. Obviamente não demonstrei, mas ficava analisando as reações do Paulo. Ele nunca é carinhoso: empurrava a cabeça dela contra a piroca e chegou a dizer para mim que ela era uma boqueteira maravilhosa. A puta me parabenizou, dizendo que a rola do meu homem era saborosa e que iria tomar o leite todo, que não sobraria nada para mim. Eu ouvia, respondia que ela deveria aproveitar e seguia conduzindo o carro, atenta a tudo, principalmente ao Paulo.


​Na suíte, coube a mim a tarefa de chupar a bucetinha dela enquanto a assistia chupar meu marido. Ele perguntava se eu estava gostando de ver o boquete da amiga e eu concordava, enquanto explorava a buceta e o rabo dela — que, por sinal, estava depilado, com um creme muito cheiroso. Na pausa, até trocamos informações sobre o creme.


​Ficamos nos chupando na cama. Paulo assistia enquanto bebia uma garrafa de espumante no gargalo, após abri-la espirrando sobre nós, fazendo a tradicional "chuva de espumante". Chupei meu marido e assumi a garrafa de brut, deixando os dois "pombinhos" se pegarem na cama — afinal, ela pagou por isso.


​Suzane cavalgava como uma amazona. Paulo representou lindamente, domando-a e comendo-a de quatro, enquanto ela dizia que meu macho era gostoso. Ouvir suas palavras era excitante. Perguntei se valeu a pena o convite (usei o termo "convite" porque o Paulo não sabia da grana) e as respostas foram todas positivas.



​Passados sessenta minutos, ela ainda ficou mais trinta. A galinha até filmou a si mesma chupando meu homem no chuveiro; sem aparecer o rosto dele, só o dela agachada engolindo o pau. Por sinal, sabe fazer uma "garganta profunda" como atriz de vídeo pornô — de santa a Suzane só tem a cara.


​Só sei que, das seis amigas que sabem do meu novo negócio, quatro já saíram com o Paulo pagando. Estou lucrando e alegrando nosso relacionamento, já que o Paulo amou a ideia de eu trazer as amigas. Elas saem satisfeitas e já estou recebendo propostas das "amigas das amigas". O negócio está evoluindo.


​Em contrapartida, participo de tudo, adoro chupar buceta e ainda tenho meu macho em casa me fodendo gostoso, sem me deixar na mão. Estou pensando em produzir conteúdo adulto com ele; a ideia ainda é embrionária. Vivo do meu trabalho, mas esta segunda renda é lucrativa e prazerosa.


Sou mulher e hoje amo mulheres

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