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domingo, 19 de julho de 2026

rola muito grande(boatos)



Os boatos de que o menino tinha pau grande eram muitos, vez ou outra alguma mulher aparecia contando sobre o tamanho avantajado da pessoa e, claro, terminava com a célebre frase “eu tô fora!”. Confesso que de tanto ouvir os boatos comecei a imaginar como seria sentar numa rola tão grande, simultaneamente a relação entre nós (os dois casais) passou de conhecidos para amigos. Fomos conhecendo aos poucos aquele casal que era tão falado e tiramos nossa própria opinião: são muuuuuuuito gente boa!!

Daí que estamos na festa Sweekend, de boa, quando quem aparece? Sim, amigo leitor, esse casal. Ela tem um corpo escultura, coisa de deixar qualquer um louco – e lá no meio da noite eu me encontro com ela, as duas sem roupa, dançando no pole dance. Conversa vai, conversa vem, eis que pinta o convite pra irmos para um lugar mais reservado. Quer saber? Bora ver se é tudo isso mesmo o que dizem.

Mais do que isso, eu queria ver se daria conta de enfiar tudinho na boceta, quem sabe até no rabo. Ia pensando nisso enquanto o elevador nos levava até o quarto onde estavam hospedados. Ele parou no 14º andar e seguimos os quatro pelo corredor, conversando tranquilamente como se estivéssemos indo comer pizza.

A porta abre, a gente entra e começa a tirar a roupa. É claro que você já sabe pra onde eu ia olhar primeiro, né? Na boa, não era um pau grande, nem enorme ou avantajado. Na verdade acho que aquilo nem poderia ser classificado como pinto porque, gente… era E-NOR-ME! Manja Kid Bengala?

Mas eu não tive dúvidas. Na verdade, o tesão só aumentou e eu fui logo experimentar aquela rola grande. Obviamente não cabia na minha boca, eu chupava até onde conseguia – um pouco abaixo da cabeça – e usava a mão para alcançar o pau até a base. Vez ou outra ele segurava minha cabeça e fodia minha boca, sem exageros, claro, pois ele conhece o instrumento que tem.

Do nosso lado o Marcio ia fodendo a nossa amiga gostosa e os gemidos que ela soltava também ajudavam a aumentar o meu tesão. Finalmente chegou a hora de sentir a pirocona dentro de mim: ele levantou da cama, colocou uma camisinha XXXXXLarge e sentou de novo, pedindo “senta aqui”. Nossa, que delícia de pedido!

Eu fui sentando devagar naquela vara, uma perna pra trás, outra pra frente, deixando a boceta bem aberta pra entrar tudinho. Pela primeira vez não consegui chegar no talo, travou faltando pouca coisa, mas não entrava mais do que isso. Transamos nessa posição pra começar, pra ir devagar sentindo o território; depois ele me comeu de franguinho assado e de quatro.

Erro seu se está pensando que foi uma fodinha básica, com cuidadinho pra não machucar. Lembra do que eu digo aqui sobre tamanho não ser documento? O cara que tem pauzão tem que saber usar o instrumento senão estraga a brincadeira de todo mundo. Esse aí sabia muito bem como pegar com força e dar socada sem chegar no talo, eu nunca vi isso, minha gente!

De quatro levei tanta socada gostosa que nem acreditava que era o mesmo caralho que estava ali, não senti dor nem desconforto, foi incrível! Aí quando ele me colocou deitada de costas, abriu minhas pernas e socou a piroca com tudo na minha boceta eu pensei: agora fudeu, vai doer demais. Sabe quando a gente fica esperando aquela dor e ela não vem? Pelo contrário, veio tesão, porque a fodeção estava deliciosa.

Tudo terminado e eu ainda esperava que sentiria algum tipo de dor, afinal tinha acabado de dar, muito, e forte, pra maior rola que eu já tinha visto na vida. Nada. Voltamos pra casa e nada. É… leitores, eu comprovei que mais importante do que o tamanho, é saber usar. Isso sim faz toda a diferença!

Beijossssssss



segunda-feira, 8 de junho de 2026

Contos Eróticos inter-raciais

Os conceitos de raça e sexualidade interagiram de diversas maneiras em diferentes contextos históricos. embora parcialmente baseados em semelhanças físicas dentro dos grupos, a raça é entendida pelos cientistas como uma construção social em vez de uma realidade biológica. Sexualidade humana envolve sentimentos e comportamentos biológicos, eróticos, físicos, emocionais, social ou espirituais.

A legislação dos Estados Unidos possui uma história complexa em relação à raça e à sexualidade. No século XIX, a resistência à mistura entre negros e brancos levou à aprovação de leis que proibiam o casamento inter-racial. Ao mesmo tempo, o medo do apelo sexual das mulheres asiáticas levou à proibição completa da migração de mulheres chinesas para os Estados Unidos, pois acreditava-se que elas seduziriam homens casados brancos.

Estudos sobre encontros online e atratividade física indicaram que a raça pode ser "genderizada",(O termo genderizado (do inglês gendered) refere-se a algo que possui uma identidade, um papel ou uma associação clara com um gênero específico (masculino ou feminino)) pois foi repetidamente constatado que mulheres do Leste e Sudeste Asiático eram consideradas mais atraentes do que outros grupos de mulheres. Estereótipos raciais genderizados existem dentro da comunidade LGBT, os quais foram descritos tanto como alienantes quanto como capacitadores.

Historicamente, a raça tem sido um fator no fetichismo sexual, com o Fetiche asiático — uma preferência por mulheres de ascendência asiática — e a fetichização dos homens negros sendo exemplos notórios.

Olá a todos, quero explicar que o título Gorda casada, não é pejorativo, e sim o Nick (Apelido) dela na sala de bate papo.

Vamos lá, já sou um senhor de 56 anos, negro coroa, 187, 98kg, fora de forma...

As vezes entro em uma sala de bate-papo, para trocar ideias e encontros casuais, nesse dia , conversei com Ale, gorda casada, que queria conversar e fazer amigos, dito e feito. Fui ser amigo dela, combinamos em nos encontrar, as 14 horas, pois era um horário comercial na qual seu marido estaria trabalhando, e em seguida ela iria a igreja, pois teria uma missa, combinamos em uma avenida comercial movimentada, ela entraria no carro e iríamos conversar (Apenas), ela chegou fácil de reconhecer, estatura mediana, loira, branca, olhos claros, boca muito carnuda, sorriso lindo e um bundão enorme...

 

Simplesmente, simpática e educada, ela foi logo dizendo que não podia ir para lugares movimentados, pois como era casada, seria facilmente reconhecida e isso seria um problema, não falei em motel, pois ainda não tinha um clima (pensei), falei então vamos rodar, e passamos a conversar, até que ela falou para irmos em um estacionamento, pouco movimentado, pois ela teria o tal compromisso religioso, parei no local e ela sem pestanejar, abriu meu zíper e foi colocando meu pau em sua boca, caralho fiquei louco, os vidros do carro por ter película, ajudaram a ficarmos mais tranquilos, e ela chupava babava, batia punheta, e chupava forte a cabeça, e falava goza, goza, na minha boca, vai goza, explodi em sua boca, me tremi todo, e ela puxava cada gota e engolia tudo, dizia que era proteína, que gordinha casada safada e puta adorava... 

Ela puxava a porra, batia, saiu a última gota, na qual ela puxou e terminou com um beijo na cabeça do meu pau, nos recompomos e fui deixá-la no seu destino, mas sem antes marcar um novo encontro, aquela bunda tinha que ser minha e fomos ousados, marcamos no dia seguinte, em sua casa ....

Dia seguinte, relativamente cedo, em torno de 8 horas da manhã, fui em sua casa, deixei o carro em uma quadra e fui andando, fácil de achar, liguei e ela já tinha deixado o portão aberto, entrei discretamente e a porta da sala aberta, entrei, ela sentada no sofá, em uma minúscula calcinha bege, e uns peito lindos, cheios de sardas e bico rosado, duros... 

Ela sentada no sofá, assim ficou, cheguei perto, ela tirou meu pau pra fora, me preocupou, pois se eu gozasse, dificilmente iria comer aquele rabo, tirei a calça e me deixei ser chupado, por aquela maravilha de mulher, tirei a camisa, e ela chupava, chupava, e suas mãos, passeava em meu peito e saco, ela olhava em meus olhos e chupava me dando prazer, agora com calma, gozei, gozei, gozei, pqp que delicia, dessa vez escorreu um pouco na lateral de sua boca, eu estava ofegante, a perna esquerda tremendo, quando ouvi isso, come meu cuzão, porra, juro, o pau reagiu ainda bem, tirei sua minúscula calcinha, apareceu uma bucetinha inchada (Caput de fusca) totalmente depilada e grelo lindo, chupei com vontade, hiper molhada, minha língua passeava, quando coloquei o dedinho, ela gemeu e falou que ia gozar, adorei, minha pica com seu gozo... 

Ficou de 4 no sofá, ela abriu aquela bundona e disse põe, coloquei a cabeça, para sentir, cuzão delícia, entrou com facilidade, e comecei, ela pediu com força, ela era expert em fuder com o cú, bati naquela bundona, e fui atrás do prazer incondicional de comer uma bunda daquelas e um cú, perfeito, gozei, na verdade até gritei, tamanho o prazer, puxando aqueles cabelos longos e loiros, quando tirei, ainda deu para vê a minha porra, saindo do cú e escorrendo lateralmente na bunda, porra grossa, espessa, não muita, ela levantou, e disse se arruma, minha filha estar para chegar, assim eu fiz, mas antes combinamos uma nova foda, agora seria aquele becetão...Um dia eu conto.


Fui ensinar amigo de meu filho a foder

  Sou uma mulher de 49 anos e tenho um filho, o Robinho, que está com 20 pra 21. Moramos apenas ele e eu, porque o genitor dele, assim que f...