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domingo, 2 de agosto de 2026

Fui ensinar amigo de meu filho a foder

 


Sou uma mulher de 49 anos e tenho um filho, o Robinho, que está com 20 pra 21. Moramos apenas ele e eu, porque o genitor dele, assim que ficou sabendo da minha gravidez, virou fumaça.

Eu não me deixei abater, afinal de contas essa é a regra. É bem difícil encontrar um cara que seja parceiro. Em todos esses anos procurei, mas nunca encontrei nenhum que realmente valesse a pena.

Nunca parei de cuidar do meu corpo, mente e espírito, então pode-se dizer que hoje sou uma MILF – Mom I’d Like to Fuck. A mãe tá on.

Portanto, uso os homens como objetos sexuais e não tenho nenhuma vergonha de dizer isso – eles fazem o mesmo conosco.

Meu filho é muito sociável
Então ele vive trazendo os amigos aqui pra casa. Moramos num lugar bem agradável, com quintal e churrasqueira. Isso atrai a garotada.

Robinho é bem consciente sobre a minha vida pessoal; ele sabe que gosto de sair, de namorar e não se incomoda com isso – ufa.

Sempre aparece algum casinho meu aqui em casa meu filho o trata muito bem. Robinho também é namorador, então aparecem muitas meninas por aqui.

Enfim a família de piranhas.

A única regra que temos combinada é que não pegamos amigos um do outro. Uma maneira de manter o decoro e o nosso relacionamento firme como uma rocha.

Eu só não podia prever o que aconteceria nessas férias.

Aconteceu nas férias de janeiro
O filhote estava de férias da faculdade, e aquele clima gostoso de festas de fim de ano continuou aqui em casa mesmo depois da virada. 

Quase todo dia tinha gente por aqui, uma alegria só. Meninos, meninas, cada dia um rolê diferente. E eu gosto porque eles são bagunceiros conscientes: arrumam e limpam tudo depois das comemorações.

Em um desses dias, cheguei em casa com o Ramon, que é um casinho fixo meu que tem um pau delícia. Fomos direto pro meu quarto matar a vontade que estávamos um do outro.

Fiz a besteira de não fechar a porta do quarto, e enquanto eu cavalgava e gemia naquela pica grossa, vi um dos colegas do Robinho na porta olhando fixamente pra gente.

Como o Ramon estava praticamente em transe – sem trocadilho – e não percebeu, comecei a olhar fixamente pro garoto na porta com a maior cara de safada, provocando mesmo.

Rebolava, descia, subia, fazia cara de tesão pro menino, que, dava pra perceber, suava frio. Ele me via de uma posição privilegiada, porque eu estava por cima e meio que de costas pra porta. Bunda toda arreganhada e bem na cara dele.

O sexo foi bom, como sempre
Mais tarde naquele dia o Robinho me avisou que alguns caras iam dormir em casa. Disse que estava tudo bem e perguntei se precisavam de alguma coisa. Ele disse que não.

Ramon ia dormir comigo, então comecei a me preparar pra gente se deitar. 

Tomei um banho demorado, fiz a minha skincare, coloquei minha camisola – só uso roupas sexies pra dormir porque sou uma grande gostosa – passei meus cremes, enfim, uma MILF cheirosa.

Avisei o pessoal que íamos dormir, encostei a porta e me deitei, quando de repente me veio no pensamento a cara daquele garoto.

Meu Deus, eu tinha provocado o menino; não sabia nem quantos anos ele tinha, nunca tinha visto ele na minha casa. Mas tudo bem, concluí que com certeza fiz o dia do garotão.

Passado algum tempo, já de madrugada me levantei pra beber uma água e qual não foi a minha surpresa ao dar de cara com o garoto na minha cozinha?! Levei um susto.

-Ai garoto, que susto!

-Desculpa tia, só levantei pra beber água.

-Qual é o seu nome?

-João Pedro.

-Era você que estava na minha porta hoje mais cedo, né João Pedro?

-Era eu, tia. Desculpa por isso também, mas não pude desgrudar os olhos de vocês. A cena era linda demais – ele disse isso fazendo uma cara de luxúria.

-Então você não estava olhando só pra mim, mas pro Ramon também.

-Eu gosto dos dois, tia. Vocês são uma delícia.

Ao falar isso, João Pedro levou sua mão até o short, que parecia um pouco mais apertado. Ele estava de pau duro na minha frente, sem camisa. João Pedro era um garoto bem bonito, mas não sei se ele tinha noção do que, entrelinhas, estava me pedindo. Eu disse:

-O Ramon também gosta dos dois. E eu também.

-Nossa tia, quem me dera ter vocês dois um dia – João começou a se aproximar. Encostou em mim. Colocou a mão no meu rosto e me beijou. Me afastei rapidamente, apesar do beijo ter sido uma delícia.

-Garoto, você é amigo do meu filho!

-E daí, tia? Ele não precisa saber.

Se eu não tinha certeza, sua última frase me quebrou
João Pedro me agarrou e começou a me beijar com uma pegada de homem adulto. Nem um minuto depois, eu já estava ajoelhada na sua frente engolindo o pau dele. Fazer o quê, eu sou uma safada.

Levei o garotão pro meu quarto, mas antes de entrar perguntei de novo se era aquilo que ele queria mesmo, porque depois não ia adiantar reclamar. Ele disse que sim.

Entramos. Acordei Ramon na base do boquete, enquanto João Pedro se deliciava no meio das minhas pernas. Ele mamava minha buceta enquanto eu mamava o Ramon.

Ramon acordou um pouco assustado, mas logo entendeu tudo e topou a brincadeira.

Depois de ser bem lambuzada por João, sentei na pica de Ramon pela segunda vez naquele dia. Enquanto isso, o garoto se aproximou de Ramon, que chupou seu pau enquanto eu estava cavalgando.

Ficamos assim por um tempo até que Ramon disse que o garoto provavelmente queria matar sua vontade de me comer. Ele disse que sim. 

Fiquei de quatro na cama com a minha bunda toda aberta. João Pedro então encaixou em mim e começou a me foder com força. Ramon foi para trás do novinho e disse que ele tinha uma bundinha bem gostosa.

João ficou um pouco apreensivo. Eu disse “Eu te avisei”, mas ele não me respondeu, só passou a socar com ainda mais força. Eu me segurava pra não gritar.

Ramon ajoelhou por trás de João e começou a beijar seu pescoço e passar as mãos pelo seu corpo. João amoleceu e diminuiu o ritmo comigo.

Ramon então levou sua mão pra dentro da bunda de João e começou a enfiar dois dedos gentilmente. João Pedro gemia baixinho e pedia mais.

Ramon então sacou seu pau e enfiou no novinho enquanto o novinho me comia. Que sensação maravilhosa!

Demoramos um pouco pra encontrar o ritmo, mas quando encontramos, foi perfeito. Ficamos assim até os três gozarem muito.

No final ainda ganhei mais um oral dos dois homens, que enquanto me chupavam e me lambiam também se chupavam e se lambiam entre si.

Espero poder repetir isso um dia, sem o meu Robinho ficar sabendo.




quinta-feira, 11 de junho de 2026

Inicio de ser corno e bi



Estávamos casados há cinco anos quando ocorreu o que irei relatar.

Eu trabalhava como despachante na aduaneira, por isso costumava viajar muito.

Ficava dias fora de casa, mas ligava todos os dias para minha esposa.

Naquele tempo não era comum vídeo conferência ou as ferramentas de comunicação que usam a internet de hoje.

Estávamos ainda no início dos celulares tipo tijolão.

Batíamos um belo papo ao telefone que sempre virava sexo verbal.

Numa dessas brincadeiras enquanto me desculpava por ela está com tesão e sozinha, ela brincou que precisava de um amante enquanto eu estivesse fora.

– Safadinha, quem seria querida.

– Você não imagina?

- Não minha linda.

- É meu primo Alan.

– Seu primo. Nossa!

- Ele te chama de irmãzinha e também você sabe que ele é casado?

– Sei, mas não ligo.

– A esposa dele é sua melhor amiga.

– Não ligo também. Como melhor amiga sei que ele faz miséria na cama. Ou pelo menos fazia até ela virar evangélica.

Sei que depois daquela conversa o assunto ficou na minha cabeça. Meu corpo ficava quente ao pensar no que aconteceria se virasse realidade.

Quando voltei de viagem conversei com a Letícia, falando que a ideia do seu primo comer ela na minha frente não saia da minha cabeça.

– Não me julga por favor, mas fiquei com tesão só de pensar.

- Verdade, então quer ver sua mulher como putinha do meu primo.

– Muito, nunca imaginei ter vontade de te ver com outro homem, mas não me sai da cabeça. Tudo bem para você?

– Ela colocou as mãos ao redor do meu pescoço e começou a me encher de beijos e disse:

– Vou amar te fazer de corninho com seu primo. Você sabe que sofro muito quando fico sem um cacete enquanto viaja. Isso irá garantir que ficarei sempre feliz.

Fiquei pensando como falar com o primo dela.

Não conseguia, não era algo fácil de falar, foi quando chegou o aniversário dele.

Liguei para dar os parabéns e ele chateado falou que a esposa junto com o filho dele foram para a passeata dos evangélicos na região de Santana.

Ele ficava chateado pela religião diferente gerar conflitos e ele ficar sempre em segundo lugar, mesmo no aniversário.

Ele falou da dificuldade que era agora a vida deles depois que ela se converteu, pois agora era sexo apenas para procriar e isso o matava.

Então o chamei para vir passar o aniversário na nossa casa.

Enquanto minha esposa preparava o almoço, comentei sobre o assunto.

– Que pena, a Sara é uma idiota, ela tem um puro sangue e dispensa.

– Quero ajudar o primo, mas não sei como.

– Não sabe mesmo?

– Espera, você está pensando o que acho?

- Acho que já está na hora.

– Mas como faço para dizer isso.

– Faz o que eu mandar, pois sei que é travado para falar com meu primo sobre o assunto. Primeiro vai comprar o bolo e no caminho pega meu primo. O resto falo depois.

Depois de comprar o bolo, fui buscar o primo.

– Vamos comemorar seu aniversário.

– Cara, obrigado, não sei o que dizer. Obrigado.

– Apenas vem comigo.

Antes de sair, liguei para minha esposa.

– Quando vier, venham direto para o quarto.

Ela não me falou mais nada, apenas segui as instruções.

Quando chegamos no meu apartamento, ele estranhou quando passamos pela cozinha e por minha mulher não estar presente.

Quando cheguei na frente da porta do quarto, fiquei dois segundos para tomar coragem e abrir a porta.

Quando abri a porta, ambos ficamos paralisados.

Lá estava minha mulher, nua, com as pernas bem abertas e igual ao bolo que carregava, prontinha para ser comida. Ela estava com o cabelo preso por uma fita.

Minha mulher abriu um sorriso e disse:

– Feliz aniversário. Sou seu presente. É meu aniversário também.

– Maninha!!!!

Meu primo me olhou e falei:

– Pode aproveitar, o aniversário é seu e você merece.

Ele sorriu e foi direto na direção da minha mulher.

Eles começaram com beijos. Achei que iriam sufocar um ao outro. Enquanto se tocavam.

Parecia que tinham quatro braços de tanto que se tocavam.

Minha mulher começou a tirar a roupa do seu primo enquanto o beijava.

Quando tirou a cueca, o pau saltou e tomei um susto. Realmente era grande. Minha mulher caiu na hora de boca.

Ela conseguia engolir tudo como se fosse uma profissional.

Quando parava para tomar fôlego, ficava lambendo o saco do seu primo.

O Alan ficava puxando os cabelos dela enquanto era servido pela língua da minha mulher.

Depois ele a colocou deitada de barriga para cima e começou a chupar os seios dela e depois descendo para a bucetinha.

Ele chupava com muita garra e sabia como agradar.

Minha mulher gemia muito enquanto recebia o carinho dele.

Foi quando ela começou a gemer mais alto e a ter espasmos.

Seu primo tinha conseguido fazer minha mulher gozar só chupando aquela bucetinha. Algo que nunca consegui, mesmo ficando o triplo do tempo.

– Alan, que delícia.

– Você que é uma delícia irmãzinha. Que sexo gostoso você tem.

Então ele saiu e começou a se preparar para comer a bucetinha da minha mulher.

Ele foi brincando com o pau na entradinha da bucetinha dela, até que ela não aguentou mais e disse:

- Me come, por favor, me come.

Ele sorriu:

– Vou te comer muito bem Letícia.

Foi entrando com tudo na bucetinha dela.

Era uma máquina penetrando minha mulher. Eu fiquei impressionado com a energia que ele tinha. Algo muito superior à minha.

A buceta da minha mulher pingava enquanto ele comia.

Quando ela mudou de posição ficando de quatro, foi logo pedindo:

– Me come por favor, me fode de quatro. Me faz de puta.

– Que rabão bonito. Deixa que vou tratar bem.

Ele começou a foder com força, dando tapas que deixavam a bunda dela vermelhinha.

Teve momentos que ele segurava na cintura dela e puxava fazendo a penetração ser mais profunda e veloz.

Ele socava com gosto aquele pau nela.

Eu não acreditava como ele conseguia se manter assim. Era uma fera da foda.

Vi novamente minha mulher gozar com meu primo. Ela se contorcia de prazer.

Depois de 5 minutos ele disse:

– Vou gozar.

Ouvindo isso Letícia saiu da posição e foi chupar seu primo.

Não acreditava, ela chupou até ele gozar na boca dela.

Ela nunca me deixara fazer isso por nojo, mas para ele fez sem pedir.

Quando fui ver, ela já tinha engolido a porra toda.

Apesar de ver meu primo comer minha mulher de um jeito que nunca consegui, em vez de me sentir mal, senti-me grato pelo que ele fez.

Acabei ficando de quatro para comer Letícia e meu primo veio por trás e me comeu, gostosamente.

Depois como se não tivesse acontecido nada, fomos comer o bolo. Eles se mantendo nus o tempo todo.

Conversamos sobre o ocorrido. Expliquei que queria ele como amante oficial da minha mulher. Podendo comer ela enquanto eu viajava ou nos dias que estivesse em casa.

Minha mulher já tinha separado uma chave para ele.

Ele falou que tinha apenas um pedido. Que sempre que fosse lá, a Letícia estivesse nua. Queria chegar a esquecer como ela era vestida.

Aceitamos o pedido. Esse foi meu início de vida como corno e bi.



Um casal mais uma amiga

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