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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Contos eróticos de sadomasoquismo

Sadomasoquismo é uma prática em que o prazer é obtido através do recebimento ou da aplicação de dor física, psicológica ou humilhação. É uma união de duas vertentes: o sadismo (prazer em dominar e causar) e o masoquismo (prazer em ser submetido e sentir). Faz parte do universo BDSM.

Termos e Dinâmicas

O sadomasoquismo (frequentemente abreviado como S&M) baseia-se em jogos de poder, papéis bem definidos e, acima de tudo, consentimento.

Sádico: O parceiro ativo que assume a posição de dominador e controla a ação. O prazer vem de aplicar a dor ou submeter o outro.

Masoquista: O parceiro que assume a posição de submisso. O prazer deriva de ser dominado, sentir dor ou vivenciar restrições físicas.


Contos eróticos de masturbação

A masturbação é uma prática natural, saudável e comum entre pessoas de todas as idades e gêneros. Trata-se do ato de estimular os próprios órgãos genitais para obter prazer sexual. Ela traz diversos benefícios para a saúde física e mental, além de ser uma ferramenta essencial para o autoconhecimento.

Principais Benefícios da Masturbação

Alívio do estresse: O orgasmo libera endorfina e dopamina, reduzindo a ansiedade.

Melhora do sono: A liberação de hormônios relaxantes ajuda a adormecer mais facilmente.

Autoconhecimento: Permite descobrir o que traz prazer, melhorando a vida sexual com parceiros.

Alívio de dores: Ajuda a mitigar cólicas menstruais e dores musculares devido ao relaxamento muscular.

Mitos Comuns

Causa disfunção erétil: A masturbação normal não causa impotência nem reduz o desempenho sexual de forma crônica.

Faz mal à saúde física: Não provoca cegueira, espinhas ou infertilidade; essas crenças são mitos antigos.

É exclusiva para solteiros: Pessoas em relacionamentos estáveis se masturbam frequentemente para fins de relaxamento ou quando há rotinas atarefadas no casal.

Quando Pode Ser um Problema?

A masturbação só se torna prejudicial quando vira uma prática compulsiva. Se o ato começar a interferir em obrigações diárias (como trabalho ou estudos), machucar o corpo fisicamente ou substituir completamente as interações sociais e afetivas, é recomendado buscar o suporte de um psicólogo ou sexólogo.

Cuidados Importantes

Higiene: Sempre lave as mãos e os brinquedos sexuais antes e depois da prática.

Lubrificação: Utilize lubrificantes adequados à base de água para evitar atritos ou irritações na pele.

Respeito ao corpo: O toque deve ser confortável e prazeroso, sem causar dor.

Contos Eróticos inter-raciais

Os conceitos de raça e sexualidade interagiram de diversas maneiras em diferentes contextos históricos. embora parcialmente baseados em semelhanças físicas dentro dos grupos, a raça é entendida pelos cientistas como uma construção social em vez de uma realidade biológica. Sexualidade humana envolve sentimentos e comportamentos biológicos, eróticos, físicos, emocionais, social ou espirituais.

A legislação dos Estados Unidos possui uma história complexa em relação à raça e à sexualidade. No século XIX, a resistência à mistura entre negros e brancos levou à aprovação de leis que proibiam o casamento inter-racial. Ao mesmo tempo, o medo do apelo sexual das mulheres asiáticas levou à proibição completa da migração de mulheres chinesas para os Estados Unidos, pois acreditava-se que elas seduziriam homens casados brancos.

Estudos sobre encontros online e atratividade física indicaram que a raça pode ser "genderizada",(O termo genderizado (do inglês gendered) refere-se a algo que possui uma identidade, um papel ou uma associação clara com um gênero específico (masculino ou feminino)) pois foi repetidamente constatado que mulheres do Leste e Sudeste Asiático eram consideradas mais atraentes do que outros grupos de mulheres. Estereótipos raciais genderizados existem dentro da comunidade LGBT, os quais foram descritos tanto como alienantes quanto como capacitadores.

Historicamente, a raça tem sido um fator no fetichismo sexual, com o Fetiche asiático — uma preferência por mulheres de ascendência asiática — e a fetichização dos homens negros sendo exemplos notórios.

Olá a todos, quero explicar que o título Gorda casada, não é pejorativo, e sim o Nick (Apelido) dela na sala de bate papo.

Vamos lá, já sou um senhor de 56 anos, negro coroa, 187, 98kg, fora de forma...

As vezes entro em uma sala de bate-papo, para trocar ideias e encontros casuais, nesse dia , conversei com Ale, gorda casada, que queria conversar e fazer amigos, dito e feito. Fui ser amigo dela, combinamos em nos encontrar, as 14 horas, pois era um horário comercial na qual seu marido estaria trabalhando, e em seguida ela iria a igreja, pois teria uma missa, combinamos em uma avenida comercial movimentada, ela entraria no carro e iríamos conversar (Apenas), ela chegou fácil de reconhecer, estatura mediana, loira, branca, olhos claros, boca muito carnuda, sorriso lindo e um bundão enorme...

 

Simplesmente, simpática e educada, ela foi logo dizendo que não podia ir para lugares movimentados, pois como era casada, seria facilmente reconhecida e isso seria um problema, não falei em motel, pois ainda não tinha um clima (pensei), falei então vamos rodar, e passamos a conversar, até que ela falou para irmos em um estacionamento, pouco movimentado, pois ela teria o tal compromisso religioso, parei no local e ela sem pestanejar, abriu meu zíper e foi colocando meu pau em sua boca, caralho fiquei louco, os vidros do carro por ter película, ajudaram a ficarmos mais tranquilos, e ela chupava babava, batia punheta, e chupava forte a cabeça, e falava goza, goza, na minha boca, vai goza, explodi em sua boca, me tremi todo, e ela puxava cada gota e engolia tudo, dizia que era proteína, que gordinha casada safada e puta adorava... 

Ela puxava a porra, batia, saiu a última gota, na qual ela puxou e terminou com um beijo na cabeça do meu pau, nos recompomos e fui deixá-la no seu destino, mas sem antes marcar um novo encontro, aquela bunda tinha que ser minha e fomos ousados, marcamos no dia seguinte, em sua casa ....

Dia seguinte, relativamente cedo, em torno de 8 horas da manhã, fui em sua casa, deixei o carro em uma quadra e fui andando, fácil de achar, liguei e ela já tinha deixado o portão aberto, entrei discretamente e a porta da sala aberta, entrei, ela sentada no sofá, em uma minúscula calcinha bege, e uns peito lindos, cheios de sardas e bico rosado, duros... 

Ela sentada no sofá, assim ficou, cheguei perto, ela tirou meu pau pra fora, me preocupou, pois se eu gozasse, dificilmente iria comer aquele rabo, tirei a calça e me deixei ser chupado, por aquela maravilha de mulher, tirei a camisa, e ela chupava, chupava, e suas mãos, passeava em meu peito e saco, ela olhava em meus olhos e chupava me dando prazer, agora com calma, gozei, gozei, gozei, pqp que delicia, dessa vez escorreu um pouco na lateral de sua boca, eu estava ofegante, a perna esquerda tremendo, quando ouvi isso, come meu cuzão, porra, juro, o pau reagiu ainda bem, tirei sua minúscula calcinha, apareceu uma bucetinha inchada (Caput de fusca) totalmente depilada e grelo lindo, chupei com vontade, hiper molhada, minha língua passeava, quando coloquei o dedinho, ela gemeu e falou que ia gozar, adorei, minha pica com seu gozo... 

Ficou de 4 no sofá, ela abriu aquela bundona e disse põe, coloquei a cabeça, para sentir, cuzão delícia, entrou com facilidade, e comecei, ela pediu com força, ela era expert em fuder com o cú, bati naquela bundona, e fui atrás do prazer incondicional de comer uma bunda daquelas e um cú, perfeito, gozei, na verdade até gritei, tamanho o prazer, puxando aqueles cabelos longos e loiros, quando tirei, ainda deu para vê a minha porra, saindo do cú e escorrendo lateralmente na bunda, porra grossa, espessa, não muita, ela levantou, e disse se arruma, minha filha estar para chegar, assim eu fiz, mas antes combinamos uma nova foda, agora seria aquele becetão...Um dia eu conto.


Contos eróticos de corno(a)



Corno é uma palavra que designa uma pessoa que foi traída pelo seu companheiro(a). Essas pessoas traídas, além da desonra pública e infamia, têm a reputação vítima de muitas anedotas, onde normalmente se dão mal ou cometem algum crime. Cornos podem ser classificadas em vários tipos como corno manso, corno raivoso etc.

No entanto em inglês existe a palavra cuckold, usada nos países de língua inglesa para se referir a pessoas traídas. Cuckold também se tornou o nome de um fetiche relacionado ao adultério, que descreve o processo de achar prazerosa a ideia de trair ou ser traído. Na maioria das práticas de cuckold, o homem assume o papel de corno submisso e a mulher é quem realiza o adultério consensual. A mulher que assume o papel de dominadora nessa prática é chamada de cuckoldress.

Esse fetiche está muitas vezes associado com práticas de humilhação dentro do BDSM, como o small penis humiliation. A mulher humilha o parceiro submisso como se ele não transasse bem o suficiente ou como se o pênis dele não fosse grande o suficiente para dar prazer a ela. Então, elas usam um amante para mostrar ao parceiro(a) "como é que deve ser feito"

Há diversas formas de praticar o cuckold, o fetiche pode ou não ter a presença ou a participação do parceiro(a) traído. Quando não há participação nenhuma do submisso, a mulher pode sair para transar com o amante e depois contar os detalhes para o parceiro, transar com o amante num cômodo próximo para que o parceiro escute tudo ou gravar a transa com o amante e obrigar o parceiro a assistir depois. Quando há participação do submisso, o parceiro pode ficar apenas observando a ação como uma forma de voyeurismo ou pode participar da ação, porém recebendo menos atenção que o amante ou até mesmo algum tipo de humilhação. Como umtrisal.

Há casos da mulher querer ver o marido com outra, é seu maior prazer.

domingo, 7 de junho de 2026

Aluguei eu marido para uma freira



É sabido que existem amizades que adoram invejar o que a outra tem. Isso já me incomodou no passado, mas hoje tiro proveito e confesso que tenho unido o útil ao agradável; o sucesso tem sido surpreendente.


​Moro com o Paulo, um moreno todo tatuado, sarado e safado, adepto do uso de anabolizantes. Aos 32 anos, meu homem tornou-se uma estrutura humana exuberante — em outras palavras, está muito gostoso. Levaria dias escrevendo sobre ele, mas vou poupar você de toda essa "belezura" e me ater somente a este relato maravilhoso.


​Em todas as "resenhas" a que vamos, no início, era um estresse. Depois, passei a ignorar. Lembro-me de um amigo gay que ofereceu uma grana (óbvio que o Paulo não sabe) para passar um dia com meu marido. Na época, tola como era, briguei com ele e tivemos um embate ferrenho. Mas foi graças a essa proposta que resolvi "virar a chave". Passei a exibir meu marido nas redes sociais; cheguei a postar até foto dele pelado, com uma figurinha tampando a genitália. Ostento meu homem, e o fruto desse trabalho não demorou a surgir. As amigas começaram a comentar e indagavam se eu não tinha ciúmes. As respostas eram sempre as mesmas: "Se tiver que acontecer algo, será debaixo do meu nariz. Em contrapartida, meu marido é lindo, não concordam?"


Fazia a pergunta justamente para induzir os comentários e, assim, promover quem sabe a ideia de um sexo a três ou troca de casal. Queria tirar proveito financeiro, claro que sem o Paulo jamais saber. Ele até ficou perplexo com as postagens, mas o convenci de que o acho muito gato e que o amo, por isso postava.


​O que mais ouvia das amigas era que elas jamais teriam coragem de fazer o que eu estava fazendo! A "promoção" do esposo. Houve uma que disse parecer um leilão; para essa, respondi que ele não tinha preço, "mas quem sabe?".


​A Suzaneuma moça freira sacou a ideia e, em uma resenha só com mulheres, perguntou se eu teria coragem de deixar o maridão sair com alguém e receber por isso — a mesma proposta que eu tinha recebido no passado e recusado com briga.


​— Com certeza — foi minha resposta mais incisiva. E continuei perguntando se ela tinha interesse.


​Algumas amigas ao redor riam; outras disseram que gostaram da ideia e que era uma pena não terem a oportunidade de fazer o mesmo, já que seus companheiros não se cuidavam como o meu. Ouvi tudo, absorvi e deixei a proposta no ar com uma simples frase:


— Pagando bem, que mal tem? Além do mais, todo homem gosta de presente, principalmente quando vêm das amigas da esposa.


​Em casa, o que plantei germinou através de uma mensagem da Suzane perguntando quanto seria a hora com meu marido. Respondi a ela como a gente: passei o valor e as condições do encontro, que teria a minha participação. Suzane aceitou imediatamente e fez o Pix, com um valor a mais para o motel.


​Recebi a grana e tinha que elaborar a segunda parte: convencer meu esposo a sair com minha amiga — uma gata morena, com  seios médios e dona de uma bela bunda, que queria fugir do padrão em busca de diversão.


​Depois de uma semana, na data combinada, disse ao maridão em uma conversa (após deixá-lo fazer o que mais gosta, que é me comer de quatro na cadeira da cozinha) que queria trazer uma amiga para o nosso sexo. Falei que tinha tesão na Suzane e na ideia de ver os dois juntos. Meu esposo chegou a gaguejar e perguntou se eu tinha certeza. Confirmei que sim. Ele indagou sobre o esposo dela, se seria troca de casais, e respondi que não. Disse que tudo só rolaria se ele topasse; caso não quisesse, eu entenderia perfeitamente. Como é cafajeste, aceitou de imediato. Me comeu de novo — coitado do meu cuzinho, sofreu muito para que minha empreitada desse certo. Meu rabo foi uma espécie de "capital inicial". O importante é que, mesmo destruída, conquistei o "sim" do Paulo.


​Mudando de assunto: por que os homens gostam de comer o cu da mulherada com força e sem pena? Fui obrigada a gostar, porque é sempre assim que conquisto o que quero com o Paulo, mas entendo que há mulheres que gostam naturalmente.


​As coisas estavam se encaixando como eu esperava. Marquei com a Su e fui buscá-la em casa à tarde, horário em que o marido dela estava no trabalho. Ela veio até o carro num vestido florido; a safada estava linda. Como o modelo era tomara que caia, estava sem sutiã, o que dava ênfase aos seus lindos seios. Muito perfumada, entrou no banco de trás, onde o Paulo já a esperava só de cueca branca.


​Eu fui conduzindo o carro. Suzane nos cumprimentou e nem se fez de rogada: começou a beijar meu marido de forma caliente e a alisar o pau dele. O volume mostrava o quanto ele gostou do carinho. Ela colocou o pau, já teso, para fora e caiu de boca, mamando a rola do meu esposo. Eu assistia a tudo de camarote pelo retrovisor interno. Como era a primeira vez, fiquei em um misto de tesão e um pouco de ciúmes. Obviamente não demonstrei, mas ficava analisando as reações do Paulo. Ele nunca é carinhoso: empurrava a cabeça dela contra a piroca e chegou a dizer para mim que ela era uma boqueteira maravilhosa. A puta me parabenizou, dizendo que a rola do meu homem era saborosa e que iria tomar o leite todo, que não sobraria nada para mim. Eu ouvia, respondia que ela deveria aproveitar e seguia conduzindo o carro, atenta a tudo, principalmente ao Paulo.


​Na suíte, coube a mim a tarefa de chupar a bucetinha dela enquanto a assistia chupar meu marido. Ele perguntava se eu estava gostando de ver o boquete da amiga e eu concordava, enquanto explorava a buceta e o rabo dela — que, por sinal, estava depilado, com um creme muito cheiroso. Na pausa, até trocamos informações sobre o creme.


​Ficamos nos chupando na cama. Paulo assistia enquanto bebia uma garrafa de espumante no gargalo, após abri-la espirrando sobre nós, fazendo a tradicional "chuva de espumante". Chupei meu marido e assumi a garrafa de brut, deixando os dois "pombinhos" se pegarem na cama — afinal, ela pagou por isso.


​Suzane cavalgava como uma amazona. Paulo representou lindamente, domando-a e comendo-a de quatro, enquanto ela dizia que meu macho era gostoso. Ouvir suas palavras era excitante. Perguntei se valeu a pena o convite (usei o termo "convite" porque o Paulo não sabia da grana) e as respostas foram todas positivas.


​Passados sessenta minutos, ela ainda ficou mais trinta. A galinha até filmou a si mesma chupando meu homem no chuveiro; sem aparecer o rosto dele, só o dela agachada engolindo o pau. Por sinal, sabe fazer uma "garganta profunda" como atriz de vídeo pornô — de santa a Suzane só tem a cara.


​Só sei que, das seis amigas que sabem do meu novo negócio, quatro já saíram com o Paulo pagando. Estou lucrando e alegrando nosso relacionamento, já que o Paulo amou a ideia de eu trazer as amigas. Elas saem satisfeitas e já estou recebendo propostas das "amigas das amigas". O negócio está evoluindo.


​Em contrapartida, participo de tudo, adoro chupar buceta e ainda tenho meu macho em casa me fodendo gostoso, sem me deixar na mão. Estou pensando em produzir conteúdo adulto com ele; a ideia ainda é embrionária. Vivo do meu trabalho, mas esta segunda renda é lucrativa e prazerosa.






​Quando erámos casados

É sabido que existem amizades que adoram invejar o que a outra tem. Isso já me incomodou no passado, mas hoje tiro proveito e confesso que tenho unido o útil ao agradável; o sucesso tem sido surpreendente.


​Moro com o Paulo, um moreno todo tatuado, sarado e safado, adepto do uso de anabolizantes. Aos 32 anos, meu homem tornou-se uma estrutura humana exuberante — em outras palavras, está muito gostoso. Levaria dias escrevendo sobre ele, mas vou poupar você de toda essa "belezura" e me ater somente a este relato maravilhoso.


​Em todas as "resenhas" a que vamos, no início, era um estresse. Depois, passei a ignorar. Lembro-me de um amigo gay que ofereceu uma grana (óbvio que o Paulo não sabe) para passar um dia com meu marido. Na época, tola como era, briguei com ele e tivemos um embate ferrenho. Mas foi graças a essa proposta que resolvi "virar a chave". Passei a exibir meu marido nas redes sociais; cheguei a postar até foto dele pelado, com uma figurinha tampando a genitália. Ostento meu homem, e o fruto desse trabalho não demorou a surgir. As amigas começaram a comentar e indagavam se eu não tinha ciúmes. As respostas eram sempre as mesmas: "Se tiver que acontecer algo, será debaixo do meu nariz. Em contrapartida, meu marido é lindo, não concordam?"


Fazia a pergunta justamente para induzir os comentários e, assim, promover quem sabe a ideia de um sexo a três ou troca de casal. Queria tirar proveito financeiro, claro que sem o Paulo jamais saber. Ele até ficou perplexo com as postagens, mas o convenci de que o acho muito gato e que o amo, por isso postava.


​O que mais ouvia das amigas era que elas jamais teriam coragem de fazer o que eu estava fazendo! A "promoção" do esposo. Houve uma que disse parecer um leilão; para essa, respondi que ele não tinha preço, "mas quem sabe?".


​A Suzane sacou a ideia e, em uma resenha só com mulheres, perguntou se eu teria coragem de deixar o maridão sair com alguém e receber por isso — a mesma proposta que eu tinha recebido no passado e recusado com briga.


​— Com certeza — foi minha resposta mais incisiva. E continuei perguntando se ela tinha interesse.


​Algumas amigas ao redor riam; outras disseram que gostaram da ideia e que era uma pena não terem a oportunidade de fazer o mesmo, já que seus companheiros não se cuidavam como o meu. Ouvi tudo, absorvi e deixei a proposta no ar com uma simples frase:


— Pagando bem, que mal tem? Além do mais, todo homem gosta de presente, principalmente quando vêm das amigas da esposa.


​Em casa, o que plantei germinou através de uma mensagem da Suzane perguntando quanto seria a hora com meu marido. Respondi a ela como agente: passei o valor e as condições do encontro, que teria a minha participação. Suzane aceitou imediatamente e fez o Pix, com um valor a mais para o motel.


​Recebi a grana e tinha que elaborar a segunda parte: convencer meu esposo a sair com minha amiga — uma gata morena, casada, de seios médios e dona de uma bela bunda, que queria fugir do padrão em busca de diversão.


​Depois de uma semana, na data combinada, disse ao maridão em uma conversa (após deixá-lo fazer o que mais gosta, que é me comer de quatro na cadeira da cozinha) que queria trazer uma amiga para o nosso sexo. Falei que tinha tesão na Suzane e na ideia de ver os dois juntos. Meu esposo chegou a gaguejar e perguntou se eu tinha certeza. Confirmei que sim. Ele indagou sobre o esposo dela, se seria troca de casais, e respondi que não. Disse que tudo só rolaria se ele topasse; caso não quisesse, eu entenderia perfeitamente. Como é cafajeste, aceitou de imediato. Me comeu de novo — coitado do meu cuzinho, sofreu muito para que minha empreitada desse certo. Meu rabo foi uma espécie de "capital inicial". O importante é que, mesmo destruída, conquistei o "sim" do Paulo.


​Mudando de assunto: por que os homens gostam de comer o cu da mulherada com força e sem pena? Fui obrigada a gostar, porque é sempre assim que conquisto o que quero com o Paulo, mas entendo que há mulheres que gostam naturalmente.


​As coisas estavam se encaixando como eu esperava. Marquei com a Su e fui buscá-la em casa à tarde, horário em que o marido dela estava no trabalho. Ela veio até o carro num vestido florido; a safada estava linda. Como o modelo era tomara que caia, estava sem sutiã, o que dava ênfase aos seus lindos seios. Muito perfumada, entrou no banco de trás, onde o Paulo já a esperava só de cueca branca.


​Eu fui conduzindo o carro. Suzane nos cumprimentou e nem se fez de rogada: começou a beijar meu marido de forma caliente e a alisar o pau dele. O volume mostrava o quanto ele gostou do carinho. Ela colocou o pau, já teso, para fora e caiu de boca, mamando a rola do meu esposo. Eu assistia a tudo de camarote pelo retrovisor interno. Como era a primeira vez, fiquei em um misto de tesão e um pouco de ciúmes. Obviamente não demonstrei, mas ficava analisando as reações do Paulo. Ele nunca é carinhoso: empurrava a cabeça dela contra a piroca e chegou a dizer para mim que ela era uma boqueteira maravilhosa. A puta me parabenizou, dizendo que a rola do meu homem era saborosa e que iria tomar o leite todo, que não sobraria nada para mim. Eu ouvia, respondia que ela deveria aproveitar e seguia conduzindo o carro, atenta a tudo, principalmente ao Paulo.


​Na suíte, coube a mim a tarefa de chupar a bucetinha dela enquanto a assistia chupar meu marido. Ele perguntava se eu estava gostando de ver o boquete da amiga e eu concordava, enquanto explorava a buceta e o rabo dela — que, por sinal, estava depilado, com um creme muito cheiroso. Na pausa, até trocamos informações sobre o creme.


​Ficamos nos chupando na cama. Paulo assistia enquanto bebia uma garrafa de espumante no gargalo, após abri-la espirrando sobre nós, fazendo a tradicional "chuva de espumante". Chupei meu marido e assumi a garrafa de brut, deixando os dois "pombinhos" se pegarem na cama — afinal, ela pagou por isso.


​Suzane cavalgava como uma amazona. Paulo representou lindamente, domando-a e comendo-a de quatro, enquanto ela dizia que meu macho era gostoso. Ouvir suas palavras era excitante. Perguntei se valeu a pena o convite (usei o termo "convite" porque o Paulo não sabia da grana) e as respostas foram todas positivas.



​Passados sessenta minutos, ela ainda ficou mais trinta. A galinha até filmou a si mesma chupando meu homem no chuveiro; sem aparecer o rosto dele, só o dela agachada engolindo o pau. Por sinal, sabe fazer uma "garganta profunda" como atriz de vídeo pornô — de santa a Suzane só tem a cara.


​Só sei que, das seis amigas que sabem do meu novo negócio, quatro já saíram com o Paulo pagando. Estou lucrando e alegrando nosso relacionamento, já que o Paulo amou a ideia de eu trazer as amigas. Elas saem satisfeitas e já estou recebendo propostas das "amigas das amigas". O negócio está evoluindo.


​Em contrapartida, participo de tudo, adoro chupar buceta e ainda tenho meu macho em casa me fodendo gostoso, sem me deixar na mão. Estou pensando em produzir conteúdo adulto com ele; a ideia ainda é embrionária. Vivo do meu trabalho, mas esta segunda renda é lucrativa e prazerosa.


Sou mulher e hoje amo mulheres

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