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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Inicio de ser corno e bi



Estávamos casados há cinco anos quando ocorreu o que irei relatar.

Eu trabalhava como despachante na aduaneira, por isso costumava viajar muito.

Ficava dias fora de casa, mas ligava todos os dias para minha esposa.

Naquele tempo não era comum vídeo conferência ou as ferramentas de comunicação que usam a internet de hoje.

Estávamos ainda no início dos celulares tipo tijolão.

Batíamos um belo papo ao telefone que sempre virava sexo verbal.

Numa dessas brincadeiras enquanto me desculpava por ela está com tesão e sozinha, ela brincou que precisava de um amante enquanto eu estivesse fora.

– Safadinha, quem seria querida.

– Você não imagina?

- Não minha linda.

- É meu primo Alan.

– Seu primo. Nossa!

- Ele te chama de irmãzinha e também você sabe que ele é casado?

– Sei, mas não ligo.

– A esposa dele é sua melhor amiga.

– Não ligo também. Como melhor amiga sei que ele faz miséria na cama. Ou pelo menos fazia até ela virar evangélica.

Sei que depois daquela conversa o assunto ficou na minha cabeça. Meu corpo ficava quente ao pensar no que aconteceria se virasse realidade.

Quando voltei de viagem conversei com a Letícia, falando que a ideia do seu primo comer ela na minha frente não saia da minha cabeça.

– Não me julga por favor, mas fiquei com tesão só de pensar.

- Verdade, então quer ver sua mulher como putinha do meu primo.

– Muito, nunca imaginei ter vontade de te ver com outro homem, mas não me sai da cabeça. Tudo bem para você?

– Ela colocou as mãos ao redor do meu pescoço e começou a me encher de beijos e disse:

– Vou amar te fazer de corninho com seu primo. Você sabe que sofro muito quando fico sem um cacete enquanto viaja. Isso irá garantir que ficarei sempre feliz.

Fiquei pensando como falar com o primo dela.

Não conseguia, não era algo fácil de falar, foi quando chegou o aniversário dele.

Liguei para dar os parabéns e ele chateado falou que a esposa junto com o filho dele foram para a passeata dos evangélicos na região de Santana.

Ele ficava chateado pela religião diferente gerar conflitos e ele ficar sempre em segundo lugar, mesmo no aniversário.

Ele falou da dificuldade que era agora a vida deles depois que ela se converteu, pois agora era sexo apenas para procriar e isso o matava.

Então o chamei para vir passar o aniversário na nossa casa.

Enquanto minha esposa preparava o almoço, comentei sobre o assunto.

– Que pena, a Sara é uma idiota, ela tem um puro sangue e dispensa.

– Quero ajudar o primo, mas não sei como.

– Não sabe mesmo?

– Espera, você está pensando o que acho?

- Acho que já está na hora.

– Mas como faço para dizer isso.

– Faz o que eu mandar, pois sei que é travado para falar com meu primo sobre o assunto. Primeiro vai comprar o bolo e no caminho pega meu primo. O resto falo depois.

Depois de comprar o bolo, fui buscar o primo.

– Vamos comemorar seu aniversário.

– Cara, obrigado, não sei o que dizer. Obrigado.

– Apenas vem comigo.

Antes de sair, liguei para minha esposa.

– Quando vier, venham direto para o quarto.

Ela não me falou mais nada, apenas segui as instruções.

Quando chegamos no meu apartamento, ele estranhou quando passamos pela cozinha e por minha mulher não estar presente.

Quando cheguei na frente da porta do quarto, fiquei dois segundos para tomar coragem e abrir a porta.

Quando abri a porta, ambos ficamos paralisados.

Lá estava minha mulher, nua, com as pernas bem abertas e igual ao bolo que carregava, prontinha para ser comida. Ela estava com o cabelo preso por uma fita.

Minha mulher abriu um sorriso e disse:

– Feliz aniversário. Sou seu presente. É meu aniversário também.

– Maninha!!!!

Meu primo me olhou e falei:

– Pode aproveitar, o aniversário é seu e você merece.

Ele sorriu e foi direto na direção da minha mulher.

Eles começaram com beijos. Achei que iriam sufocar um ao outro. Enquanto se tocavam.

Parecia que tinham quatro braços de tanto que se tocavam.

Minha mulher começou a tirar a roupa do seu primo enquanto o beijava.

Quando tirou a cueca, o pau saltou e tomei um susto. Realmente era grande. Minha mulher caiu na hora de boca.

Ela conseguia engolir tudo como se fosse uma profissional.

Quando parava para tomar fôlego, ficava lambendo o saco do seu primo.

O Alan ficava puxando os cabelos dela enquanto era servido pela língua da minha mulher.

Depois ele a colocou deitada de barriga para cima e começou a chupar os seios dela e depois descendo para a bucetinha.

Ele chupava com muita garra e sabia como agradar.

Minha mulher gemia muito enquanto recebia o carinho dele.

Foi quando ela começou a gemer mais alto e a ter espasmos.

Seu primo tinha conseguido fazer minha mulher gozar só chupando aquela bucetinha. Algo que nunca consegui, mesmo ficando o triplo do tempo.

– Alan, que delícia.

– Você que é uma delícia irmãzinha. Que sexo gostoso você tem.

Então ele saiu e começou a se preparar para comer a bucetinha da minha mulher.

Ele foi brincando com o pau na entradinha da bucetinha dela, até que ela não aguentou mais e disse:

- Me come, por favor, me come.

Ele sorriu:

– Vou te comer muito bem Letícia.

Foi entrando com tudo na bucetinha dela.

Era uma máquina penetrando minha mulher. Eu fiquei impressionado com a energia que ele tinha. Algo muito superior à minha.

A buceta da minha mulher pingava enquanto ele comia.

Quando ela mudou de posição ficando de quatro, foi logo pedindo:

– Me come por favor, me fode de quatro. Me faz de puta.

– Que rabão bonito. Deixa que vou tratar bem.

Ele começou a foder com força, dando tapas que deixavam a bunda dela vermelhinha.

Teve momentos que ele segurava na cintura dela e puxava fazendo a penetração ser mais profunda e veloz.

Ele socava com gosto aquele pau nela.

Eu não acreditava como ele conseguia se manter assim. Era uma fera da foda.

Vi novamente minha mulher gozar com meu primo. Ela se contorcia de prazer.

Depois de 5 minutos ele disse:

– Vou gozar.

Ouvindo isso Letícia saiu da posição e foi chupar seu primo.

Não acreditava, ela chupou até ele gozar na boca dela.

Ela nunca me deixara fazer isso por nojo, mas para ele fez sem pedir.

Quando fui ver, ela já tinha engolido a porra toda.

Apesar de ver meu primo comer minha mulher de um jeito que nunca consegui, em vez de me sentir mal, senti-me grato pelo que ele fez.

Acabei ficando de quatro para comer Letícia e meu primo veio por trás e me comeu, gostosamente.

Depois como se não tivesse acontecido nada, fomos comer o bolo. Eles se mantendo nus o tempo todo.

Conversamos sobre o ocorrido. Expliquei que queria ele como amante oficial da minha mulher. Podendo comer ela enquanto eu viajava ou nos dias que estivesse em casa.

Minha mulher já tinha separado uma chave para ele.

Ele falou que tinha apenas um pedido. Que sempre que fosse lá, a Letícia estivesse nua. Queria chegar a esquecer como ela era vestida.

Aceitamos o pedido. Esse foi meu início de vida como corno e bi.



segunda-feira, 8 de junho de 2026

Contos eróticos de incesto

Incesto é a atividade sexual entre membros de uma família ou entre parentes que possuem uma relação de consanguinidade (relações de sangue). Em termos gerais, é utilizado para classificar relações entre ancestrais diretos (pais, avós, bisavós) e seus descendentes (filhos, netos, bisnetos) e entre irmãos, uma vez que nem todo casamento consanguíneo é considerado incesto.

O tabu do incesto é e tem sido um dos mais difundidos de todos os tabus culturais, tanto no presente e em muitas sociedades antigas. A maioria das sociedades modernas têm leis sobre incesto ou restrições sociais em casamentos estreitamente consanguíneos. Em sociedades onde é ilegal, o incesto adulto consensual é visto por alguns como um crime sem vítimas. Algumas culturas estendem o tabu do incesto a parentes sem consanguinidade, como irmãos de leite e irmãos adotivos. Parentes de terceiro grau (como meia-tia, meio-sobrinho, primo), em média, compartilham 12,5% de genes, e as relações sexuais entre eles são vistas de forma diferente em várias culturas, desde serem desencorajados a socialmente aceitáveis.

Uma justificativa comum para a proibição do incesto é evitar o endocruzamento: 

Uma coleção de transtornos genéticos sofridos pelos filhos de pais com algum coeficiente de parentesco. Tais crianças estão em maior risco de transtornos congênitos, morte e deficiência física e de desenvolvimento. O risco é proporcional ao coeficiente de parentesco dos pais - uma medida de quão geneticamente perto os pais são relacionados.

Em algumas sociedades, como as do antigo Egito e outras, as combinações de relacionamentos como irmãos-irmãs, pai-filha, mãe-filho, entre primos, sobrinhos-tias, sobrinhas-tios eram praticadas nas famílias reais como forma de perpetuar a linhagem real. Algumas sociedades como as de Bali e algumas tribos Inuit têm opiniões diferentes sobre o que constitui incesto ilegal e imoral. No entanto, as relações sexuais com um parente de primeiro grau (como um pai ou irmão) são quase universalmente proibidas.

Sou mulher e hoje amo mulheres

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