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domingo, 21 de junho de 2026
Ele mijando em mim, me chamando de puta, piranha, vagabunda, vadia
domingo, 14 de junho de 2026
Conheci uma coroa por um acaso num shopping, e estava cheia de sacolas, ofereci pra ajudar até seu carro
-- Então mostra os peitos para todo mundo enquanto eu te fodo. Deixa todos verem a sua cara de puta enquanto você goza.
Ela usava um vestido estampado pela rua, mostrando um decote lindo. Ela mostra-va muito bem os lindos seios, a cintura fina, bunda empinada e pernas bem tornea-das, quando bateu um vento e mostrou sua xaninha.
Claro que ela estava morrendo de vergonha, mas também estáva cheia de tesão. Fazia algumas semanas ela tinha descoberto por acidente que sentia tesão em se exibir, nesse mesmo acidente ela tinha virado amante de André, o vizinho do mesmo andar do apartamento dela. O tesão era ainda maior se alguém a "obrigava" a se exibir, por isso André havia comprado essas roupas e mandado Vanessa andar na rua vestida assim. Para fazer ela ficar com mais vergonha ele não estava próximo, caminhava alguns metros atrás, ou mesmo atravessava para o ouro lado da rua, assim os homens passando ficavam à vontade para olhada-la e até falar algumas gracinhas, mas se alguém resolvesse passar dos limites ele podia protege-la.
Ela tinha um roteiro para completar. A primeira parada era um café. Ela entra e pega uma mesa, André entra logo depois e pega uma mesa de frente para Vanessa. Ele pode ver claramente a fendinhaha dela pois a saia subia quando ela sentava e ele a tinha proibido de cruzar as pernas. Que dava para ver claramente os lábios da xoxota raspada dela. Ela não pode fechar as pernas nem enquanto está pedindo um cappuccino para o garçom, que fica o tempo todo olhando por de baixo da pequena mesa redonda.
André manda uma mensagem mandando ela ir ao banheiro e tirar a calcinha. Vanessa termina o café a faz o que foi ordenado. Ao tirar a calcinha ela percebe o quão molhada ela estava, mas ela tem que enfiar a peça de roupa úmida na bolsa e sair.
Vanessa senta de novo e abre bem as pernas para mostrar para André que ela tinha tirado a calcinha, só que antes que ela fechasse as pernas, o garçom, que estava assistindo tudo, chega e pergunta se ela quer algo à mais. Vanessa fica imediatamente vermelha e morrendo de vergonha e mal consegue falar para trazer conta. Nesse momento ela recebe uma mensagem de André mandando ela abrir novamente as pernas e deixar assim até pagar a conta. Ela aceita o desafio, olha para André e abre completamente as pernas e fica assim esperando o garçom voltar, ela sente o rosto ficar ainda mais vermelho, mas também sente a boceta escorrer de tesão, principalmente por causa do sorriso no rosto do garçom enquanto ela esta pagando.
Eles saem do café e vão para o metrô. Vanessa espera na plataforma e André para atrás dela e quando o vagão chega ambos entram juntos. Apesar de ser sábado, eles pegam o vagão bem cheio por conta do pessoal saindo do trabalho meio-período. André gruda em Vanessa por trás, ela sente o pau duro dele contra a bunda. Na estação seguinte entra mais gente e ela sente o pau dele ainda mais grudado na bunda, mas também um cara, olhando o celular, colado na frente dela. De repente ela sente uma mão subindo por baixo da saia dela, ela sente vontade de gritar, mas ela acha que era André e estava certa. No metrô lotado ele coloca a mão por baixo da saia dela e começa a masturba-la discretamente. Vanessa tem que se segurar para não mostrar o que estava acontecendo, ela morde o lábio inferior para tentar evitar o orgasmo, mas não tem como, ela goza no meio do metrô lotado. Ninguém percebe, mas ela se sente extremamente humilhada por isso.
Eles saem do metrô, ainda fingindo que não estão juntos, mas Vanessa tem que parar um pouco pois estava com as pernas moles. Mas eles continuam com a brincadeira e vão para uma rua bem movimentada. Apesar de estar coberta com a saia, ela sente que estão todos vendo a boceta dela. Apesar de ter acabado de gozar, o tesão vai voltando junto com a vergonha de andar assim pela rua.
A próxima parada é um parque. Eles entram fingindo não estar juntos e vão caminhando. Quando já estão longe da entrada, ela levanta a saia e mostra a bunda para ele, que vinha logo atrás, depois, rapidamente, dá uma volta e mostra a boceta raspada e sai correndo na frente dele, que vai atrás dela.
Eles chegam em uma área mais isolada, cheia de árvores. André agarra Vanessa e eles começam a se beijar e dar uns amassos até ela se soltar dele. Vanessa se afasta um pouco e abre o fecho do sutiã, depois o tira sem mais problemas pois não tinha alças.
Vanessa dá o sutiã para André, que o guarda na mochila. Eles então ouvem alguém se aproximando e sentam nos bancos do parque para disfarçar, mas ela com os belíssimos seios expostos através do tecido transparente do vestido. André senta em um banco do lado oposto e um pouco depois dela. Ambos fingem estar vendo os respectivos celulares até passar a uma mulher fazendo caminhada, que passa por ela sem mostrar reação. Depois passam dois caras, o primeiro obviamente gay, mas o segundo bem malhado e que passa uma cantada nela, mas continua correndo. Tudo isso vai aumentando o tesão de Vanessa, que sente que a boceta está toda melada, e de André, que está com o pau duro. Ele então manda ela abrir as pernas e ficar com elas assim até passar mais uma pessoa por eles e não fechá-las não importa quem passasse.
Demora um pouco para chegar a próxima vítima do exibicionismo, ela vai ficando mais tensa e excitada com a espera, até que finalmente aparece um tiozão de meia-idade caminhando. Ele não estava indo rápido e Vanessa vê pelo canto dos olhos que eea para e dá um inspecionada completa no corpo dela.
Depois que o tiozão some na trilha, os dois saem correndo com medo de alguém chegar, como os seguranças do parque. Só que nessa corrida a saia sobe e a boceta dela fica exposta sem que ela percebesse. Eles saem pelo portão dos fundos e só na rua que André chega na frente dela, encosta na boceta e diz: "Está dando para ver tudo". Ela fica bem vermelha e baixa a saia.
Ambos estavam loucos de tesão e acabam entrando em um bar que estava lá perto. Eles pegam uma mesa juntos, ela com a seios transparente e sem calcinha. Eles sentam em um banco largo atrás da mesa, ela já não se preocupa mas em manter qualquer modéstia, senta no com as pernas abertas e mantém assim enquanto eles se beijam e dão uns amassos, desse vez ela deixa o garçom e as outras pessoas no bar ficar espionando a boceta e os seios dela. Eles pedem cerveja e comida, e ficam assim um bom tempo.
No meio do almoço Vanessa vai até o banheiro, mas logo manda uma mensagem para André, falando para ele encontrá-la. Eles rapidamente entram juntos no banheiro masculino. Era um banheiro individual e ele imediatamente à coloca contra a parede e a fode em pé. Eles estão com tanto tesão que em minutos ambos gozam, ela pega um pouco de papel para limpar a porra da boceta e depois eles saem. Na porta havia um cara que os observa, era óbvio o que eles tinham feito, o cara só fala para André: "Mandou bem, parceiro"
Eles ainda pedem café e sobremesa. Depois André chama um Uber, eles vão no banco de trás, ela com ocestido inevitavelmente levantado, mostrando a boceta para o motorista, que até ajusta o retrovisor para ter uma melhor visão. Mesmo já tento transado, eles continuam com os amassos.
De volta para o prédio ela fica morrendo de medo de encontrar um vizinho, mas não pede para colocar o sutiã de volta, sobe com os seios visíveis e ainda por cima, André sobe a saia dela no elevador. Eles entram no apartamento dela com ela quase nua. Eles vão até o quarto onde ele tira a o vestido, mas a deixa com meias e sapato. Ele a manda ficar de quatro na cama enquanto tirava a roupa.
André a pega de quatro e a fode estilo cachorrinho, ela goza pela segunda vez bem rápido, ele então a vira de frente e eles transam papai-e-mamãe. Ele diz:
-- Você ficou com tesão das pessoas vendo os seus peitos e a sua boceta?
-- Eu senti muita vergonha.
-- Mas isso te deu tesão?
-- Sim, estou ainda morrendo de tesãoooo -- Ele diz durante o segundo orgasmo.
André então a levanta e a coloca de frente para a janela, com os peitos pressionados contra o vidro e diz:
-- Então mostra os peitos para todo mundo enquanto eu te fodo. Deixa todos verem a sua cara de puta enquanto você goza. E com isso ela goza de novo, olhando para a cidade, antes de sentir a porra dele invadir a boceta.
Exaustos eles deitam na cama e se abraçam, André então diz:
-- Na próxima vez a gente pode ir jogar sinuca com você vestida desse jeito.
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Eu punhetava ele de acordo como ele me mamava. Tenho 3 homens.
Me chamo Letícia, tenho 26 anos, pele muito clara, peso 64 kilos, casada.
Bom, tudo começou logo q me casei. Sempre tive uma tara no meus peitos. E meu marido também tem adoração e tesão por peitos.
Ele ama mamar em meus peitos e eu sinto muito prazer qdo ele mama.
Todos os dias qdo ele chega do trabalho, primeira coisa q faz é tirar minha blusa e mamar até desestressar. Eu sempre já estou sem calcinha. Ele me coloca sentada de frente em seu colo e logo quer começar a mamar com tanta vontade que me deixa completamente excitada e com minha bucetinha bem molhada pronta para receber o pagamento depois da Mamada.
Assim meu marido ficou viciado em mamar e eu viciada em dar de mamar.
Um dia ele foi trabalhar e teve uma reunião muito estressante com o dono da empresa e os outros gerentes. Ele é gerente da filial. Após a reunião ele me ligou e pediu para eu ir no escritório dele pq ele não estava bem.
Já imaginando do que se tratava, Tomei um banho bem gostoso, me perfumei como de costume, botei uma roupa elegante, confortável e sensual.
Qdo cheguei no escritório ele foi logo me pegando pela mão e me levou para a sala dele. Senti q ele estava tenso e precisava mamar para ficar tranquilo. Nessa época eu já estava produzindo leite, de tanto q ele mamava em mim diariamente eu passei a produzir leite e isso me deixou muito mais sensível.
Nesse, dia como ele estava muito ansioso, esqueceu de fechar a porta com chave. Ele sentou em sua poltrona de costa para a porta e eu sentei no colo de dele, assim além de mamar confortavelmente eu também dava uma rebolada bem gostosa no seu cacete que já estava bem duro.
Qdo eu olhei para porta vi que o dono da empresa estava nos olhando, com os olhos bem arregalado e quase babando, então vi q ele estava gostando da cena. Enquanto meu marido mamava em um peito eu deixei o outro bem amostra para aquele homem ver.
Meus peitos são médios com os bicos rosados e grandes(veja foto em anexo). E a proporção q meu marido mamava em um, o outro jorrava leite. Isso deixou seu patrão completamente desnorteado, eu rebolava no colo dele, e gozei como nunca. Eu sorria para ele disfarçadamente sem meu marido perceber q ele nos observava. Depois de meu marido se fartar bem. Ele terminou eu saí do colo dele, me abaixei e dei uma chupada maravilhosa em seu cacete q eu tanto amo. Ele gozou muito eu engoli todo o leitinho dele. Me ajeitei para ir embora.
Qdo estava saindo do prédio o segurança me chamou e disse e alguém precisava falar comigo. Subi de volta com o segurança até a cobertura do edifício. Qdo entrei na sala vi aquele homem sentado em uma grande mesa, com um sorriso sedutor. Ele foi logo me colocando sentada e me dizendo q viu toda a cena na sala do meu marido. E gostaria q eu desse mamar para ele também pq ele sempre quiz mas a esposa dele não curte.
Eu me neguei e disse q amava meu marido, ele carinhosamente e já bem próximo de mim foi dizendo q não precisaria me preocupar pois ele só queria apenas mamar como meu marido fazia. Diante a insistência e sedução dele eu não resisti e disse que sim. Então marcarmos para o dia seguinte a tarde, ele mandaria me pegar em em casa par eu ir ao escritório dele.
No dia seguinte como o combinado fiquei pronta aguardando o carro chegar.
Na hora marcada o motorista chegou, um senhor de meia idade, cabelos levemente grisalhos e com o corpo bem marcado em seu terno elegantemente vestido, muito educado e um sorriso de quem já sabia do q estava para acontecer. Em um carro de luxo eu entrei em silêncio, porém ansiosa para saber como seria amamentar o dono da empresa que meu marido trabalha.
Assim q chegamos o motorista me levou por um elevador privado até a sala do seu chefe. Ao entrar já notei q havia um poltrona tipo namoradeira no canto da sala sem contrastar com a rica decoração, ele foi logo me pedindo para sentar ali.
Aquele homem, lindo, cheiroso e rico, me olhava com tanta fome que eu fiquei logo toda molhadinha de tanto tesão...
Ele tirou o paletó, afrouxou sua gravata e sem falar uma palavra ele foi abrindo vagarosamente meu vestido, meu coração parecia q ia sair pela boca, minha bucetinha latejava e já estava em ponto de bala. Meus peitos doíam e estavam cheios de leite, pronto para amamentar um batalhão se fosse preciso.
Enquanto abria meu vestido ele beijava e cheirava meu pescoço descendo até o colo. Abriu meu sutiã com maestria. Acariciou meus peitos, apertou meus mamilos com as mãos e beijou. Ele olhou para o fundo dos meus olhos e abocanhou o seio esquerdo. Minha buceta piscava sem parar, toda molhada. Ele sugava forte, sedento, eu sentia meu leite descendo como cachoeira. Eu passava as mãos entre seus cabelos sedosos e puxava sua cabeça contra meus peitos, enquanto gemia baixinho. Porém, sabia q seria só mamada pq ele era fiel a sua esposa.
E assim ele ficou entre um peito e outro por uma hora.
Gozei gostoso com o chefe do meu marido mamando. Foi a uma das melhores gozada que tive na vida.
Meus seios estavam doloridos e vermelhos. Ele falou q ia mamar até acabar com leite para não sobrar nada para meu marido.
Rimos juntos e assim acabou a sessão do dia com ele me dizendo que queria q eu viesse no dia seguinte.
Fui para casa tomei um banho bem gostoso e apesar dos peitos doloridos por ter sido sugados até a última gota. Já estava pronta para amamentar meu marido q já estava para chegar. Naquela noite meu marido chegou mais ansioso ainda e logo fui acariciando ele coloquei meu mamilo em sua boca e ele começou a mamar como um bebê. Ele logo perguntou pq meus bicos estavam muito dilatados e rosados grandes e abocanhou o mamilo, que cabia direitinho em sua boca e sugou com mais vontade do que o normal. Após essa primeira mamada fomos para cama e eu já estava completamente molhada e corroída pelo tesão falei com ele e logo ele caiu de boca na minha buceta rosada e mamou o meu grelinho, coisa q ele sabia fazer com perfeição. Nesse dia gozei umas 3 vezes ele ainda me enfiou o cacete duro até gozar qdo acabou ele desmaiou de tão cansado q estava. Rsrsrsrs
Dormimos a noite toda. Ele acordou em cima da hora para trabalhar pq seu patrão pediu para ele chegar mais cedo. Então ele tomou seu leitinho quentinho por 20 minutos e saiu correndo só para trabalhar e eu voltei a dormir sonhando com hora de voltar ao escritório.
Mais tarde recebi uma ligação do patrão do meu marido dizendo q o motorista iria me pegar as 14 hs. Na hora marcada eu já estava pronta e gostosa para a segunda sessão.
Jarbas, o motorista chegou abriu a porta do carro eu entrei e seguimos em silêncio.
Chegamos no prédio, segui até o escritório, entrei e lá estava o patrão de meu marido com olhar de bebê com fome. Sentei na poltrona e ele falou: hoje eu tenho um presente para vc, e foi logo abrindo uma caixinha de veludo q tinha uma linda jóia. Ele tirou a minha blusa com todo e carinho beijou meus peitos e mordeu levemente, colocou a jóia em meu pescoço e falou q aquilo era uma jóia de compromisso e ao aceitar eu me comprometia a amamentá-lo todos os dias.
Eu aceitei prontamente, pois já estava completamente encantada por ele.
Ele então, mamou com vontade enquanto eu acariciava seus cabelos. Mais uma vez ele Tirou todo meu leite, era tanto que escorria pelos cantos de sua boca carnuda.
Era muito tesão olhar o movimento de suas bochechas enquanto ele mamava com tanta vontade.
A partir desse dia eu passei a amamentá-lo quase todos dias. Ele me dava muitos presentes caros e quando completamos 3 meses juntos ele me deu um carro de presente e junto eu pedi q o motorista Jarbas continuasse dirigindo, pq além de eu não ter carteira, ele é de total confiança. Meu marido nem desconfiava pq ele sempre dava alguma missão importante ao meu marido na hora em q estávamos juntos, além disso ele deu ao meu marido o cargo de gerente geral de todas filiais e o deixava sempre muito ocupado.
Mas, um dia eu fui encontrá-lo na hora de costume e por algum motivo ele teve q desmarcar, eu está a caminho com o Jarbas dirigindo. Pedi então ao Jarbas para parar o carro e eu fui colocar um tampão dentro do sutiã pq a essa altura meus peitos estavam doendo de tão cheios. Eu gemi de dor e Jarbas se virou para trás e falou q se eu permitisse ele iria me aliviar. Ele estacionou o carro em um lugar seguro, passou para o banco de trás rapidamente, pediu licença e abriu a minha blusa e caiu de boca, mamou quase meia hora e um peito, passou para o outro lado e mamou mais meia hora
Enquanto mamava um peito ele com seus dedos longos apertava o bico do outro peito como se faz quando se amamenta um bebê.
Só que Jarbas não tinha dó ele mamava hora com volúpia e depois ia devagar e às vezes mordia levemente, isso estava me deixando louca.
Eu apertava sua cabeça no meu peito e eu gemia incontrolavelmente. Ele também não resistiu e colocou seu cacete para fora puxou a minha mão e eu comecei a punhetar ele.
A cacete dele era muito gostoso, grosso, muito duro e pouquinho maior do q a média.
Enquanto isso eu punhetava ele de acordo como ele me mamava, hora com força, hora devagar e eu me contorcia de tanto tesão.
Não consegui aguentar e gozei feito uma vaca ele me olhou gozar e sentou e puxou minha cabeça para seu cacete e enfiou todo na minha boca e disse q agora seria a minha vez de mamar.
Não satisfeito ele tirou o cacete da minha boca, me colocou de costa no seu colo, passou um creminho q já estava do lado e de um vez só enterrou seu cacete duro no cu, eu gritei mas ele me segurou com força e eu comecei a quicar no seu colo.
Foi muito bom e eu gozei mais ainda. Eu estava exausta. A partir daí comecei a amamentar meu terceiro marmanjo e o mais levado de todos pq além de mamar me comia em qualquer lugar, era só parar o carro e ele já pulava para o banco de trás, abaixava as calças e eu sentava em cima daquela rola maravilhosa e ele mamava e me comia sem dó nem piedade e só paramos qdo já era hora de meu marido chegar em casa. E foi assim eu tive que amamentar nos três turnos: pela manhã, meu marido antes de sair para trabalhar, a tarde o chefe do meu marido e no caminho de volta era a vez do Jarbas que me sugava, me fodia e eu adorava.
Ainda hoje após 3 anos vivo com meus três homens.
Tenho muito leite para os três e não abro mão de nenhum deles.
Algumas vezes nos encontramos todos juntos, meu marido não sabe que amamento mais dois. O chefe do meu marido pensa q só ele e meu marido mamam as minhas tetinhas q eles amam e o Jarbas q sabe dos dois é o que mais me faz gozar. E me alimenta com seu leitinho quentinho também.
Se gostaram da minha história, curtam comentem...
Inicio de ser corno e bi
Estávamos casados há cinco anos quando ocorreu o que irei relatar.
Eu trabalhava como despachante na aduaneira, por isso costumava viajar muito.
Ficava dias fora de casa, mas ligava todos os dias para minha esposa.
Naquele tempo não era comum vídeo conferência ou as ferramentas de comunicação que usam a internet de hoje.
Estávamos ainda no início dos celulares tipo tijolão.
Batíamos um belo papo ao telefone que sempre virava sexo verbal.
Numa dessas brincadeiras enquanto me desculpava por ela está com tesão e sozinha, ela brincou que precisava de um amante enquanto eu estivesse fora.
– Safadinha, quem seria querida.
– Você não imagina?
- Não minha linda.
- É meu primo Alan.
– Seu primo. Nossa!
- Ele te chama de irmãzinha e também você sabe que ele é casado?
– Sei, mas não ligo.
– A esposa dele é sua melhor amiga.
– Não ligo também. Como melhor amiga sei que ele faz miséria na cama. Ou pelo menos fazia até ela virar evangélica.
Sei que depois daquela conversa o assunto ficou na minha cabeça. Meu corpo ficava quente ao pensar no que aconteceria se virasse realidade.
Quando voltei de viagem conversei com a Letícia, falando que a ideia do seu primo comer ela na minha frente não saia da minha cabeça.
– Não me julga por favor, mas fiquei com tesão só de pensar.
- Verdade, então quer ver sua mulher como putinha do meu primo.
– Muito, nunca imaginei ter vontade de te ver com outro homem, mas não me sai da cabeça. Tudo bem para você?
– Ela colocou as mãos ao redor do meu pescoço e começou a me encher de beijos e disse:
– Vou amar te fazer de corninho com seu primo. Você sabe que sofro muito quando fico sem um cacete enquanto viaja. Isso irá garantir que ficarei sempre feliz.
Fiquei pensando como falar com o primo dela.
Não conseguia, não era algo fácil de falar, foi quando chegou o aniversário dele.
Liguei para dar os parabéns e ele chateado falou que a esposa junto com o filho dele foram para a passeata dos evangélicos na região de Santana.
Ele ficava chateado pela religião diferente gerar conflitos e ele ficar sempre em segundo lugar, mesmo no aniversário.
Ele falou da dificuldade que era agora a vida deles depois que ela se converteu, pois agora era sexo apenas para procriar e isso o matava.
Então o chamei para vir passar o aniversário na nossa casa.
Enquanto minha esposa preparava o almoço, comentei sobre o assunto.
– Que pena, a Sara é uma idiota, ela tem um puro sangue e dispensa.
– Quero ajudar o primo, mas não sei como.
– Não sabe mesmo?
– Espera, você está pensando o que acho?
- Acho que já está na hora.
– Mas como faço para dizer isso.
– Faz o que eu mandar, pois sei que é travado para falar com meu primo sobre o assunto. Primeiro vai comprar o bolo e no caminho pega meu primo. O resto falo depois.
Depois de comprar o bolo, fui buscar o primo.
– Vamos comemorar seu aniversário.
– Cara, obrigado, não sei o que dizer. Obrigado.
– Apenas vem comigo.
Antes de sair, liguei para minha esposa.
– Quando vier, venham direto para o quarto.
Ela não me falou mais nada, apenas segui as instruções.
Quando chegamos no meu apartamento, ele estranhou quando passamos pela cozinha e por minha mulher não estar presente.
Quando cheguei na frente da porta do quarto, fiquei dois segundos para tomar coragem e abrir a porta.
Quando abri a porta, ambos ficamos paralisados.
Lá estava minha mulher, nua, com as pernas bem abertas e igual ao bolo que carregava, prontinha para ser comida. Ela estava com o cabelo preso por uma fita.
Minha mulher abriu um sorriso e disse:
– Feliz aniversário. Sou seu presente. É meu aniversário também.
– Maninha!!!!
Meu primo me olhou e falei:
– Pode aproveitar, o aniversário é seu e você merece.
Ele sorriu e foi direto na direção da minha mulher.
Eles começaram com beijos. Achei que iriam sufocar um ao outro. Enquanto se tocavam.
Parecia que tinham quatro braços de tanto que se tocavam.
Minha mulher começou a tirar a roupa do seu primo enquanto o beijava.
Quando tirou a cueca, o pau saltou e tomei um susto. Realmente era grande. Minha mulher caiu na hora de boca.
Ela conseguia engolir tudo como se fosse uma profissional.
Quando parava para tomar fôlego, ficava lambendo o saco do seu primo.
O Alan ficava puxando os cabelos dela enquanto era servido pela língua da minha mulher.
Depois ele a colocou deitada de barriga para cima e começou a chupar os seios dela e depois descendo para a bucetinha.
Ele chupava com muita garra e sabia como agradar.
Minha mulher gemia muito enquanto recebia o carinho dele.
Foi quando ela começou a gemer mais alto e a ter espasmos.
Seu primo tinha conseguido fazer minha mulher gozar só chupando aquela bucetinha. Algo que nunca consegui, mesmo ficando o triplo do tempo.
– Alan, que delícia.
– Você que é uma delícia irmãzinha. Que sexo gostoso você tem.
Então ele saiu e começou a se preparar para comer a bucetinha da minha mulher.
Ele foi brincando com o pau na entradinha da bucetinha dela, até que ela não aguentou mais e disse:
- Me come, por favor, me come.
Ele sorriu:
– Vou te comer muito bem Letícia.
Foi entrando com tudo na bucetinha dela.
Era uma máquina penetrando minha mulher. Eu fiquei impressionado com a energia que ele tinha. Algo muito superior à minha.
A buceta da minha mulher pingava enquanto ele comia.
Quando ela mudou de posição ficando de quatro, foi logo pedindo:
– Me come por favor, me fode de quatro. Me faz de puta.
– Que rabão bonito. Deixa que vou tratar bem.
Ele começou a foder com força, dando tapas que deixavam a bunda dela vermelhinha.
Teve momentos que ele segurava na cintura dela e puxava fazendo a penetração ser mais profunda e veloz.
Ele socava com gosto aquele pau nela.
Eu não acreditava como ele conseguia se manter assim. Era uma fera da foda.
Vi novamente minha mulher gozar com meu primo. Ela se contorcia de prazer.
Depois de 5 minutos ele disse:
– Vou gozar.
Ouvindo isso Letícia saiu da posição e foi chupar seu primo.
Não acreditava, ela chupou até ele gozar na boca dela.
Ela nunca me deixara fazer isso por nojo, mas para ele fez sem pedir.
Quando fui ver, ela já tinha engolido a porra toda.
Apesar de ver meu primo comer minha mulher de um jeito que nunca consegui, em vez de me sentir mal, senti-me grato pelo que ele fez.
Acabei ficando de quatro para comer Letícia e meu primo veio por trás e me comeu, gostosamente.
Depois como se não tivesse acontecido nada, fomos comer o bolo. Eles se mantendo nus o tempo todo.
Conversamos sobre o ocorrido. Expliquei que queria ele como amante oficial da minha mulher. Podendo comer ela enquanto eu viajava ou nos dias que estivesse em casa.
Minha mulher já tinha separado uma chave para ele.
Ele falou que tinha apenas um pedido. Que sempre que fosse lá, a Letícia estivesse nua. Queria chegar a esquecer como ela era vestida.
Aceitamos o pedido. Esse foi meu início de vida como corno e bi.
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